Uma pequena análise do kit gay do MEC
Há uns tempos atrás o governo brasileiro decidiu se mexer e resolver educar os brasileiros a aceitarem melhor a homossexualidade e, para melhores resultados, as crianças foram o foco principal. Todos nós gays pensamos "legal, até que enfim!". Oh, doce sonho... Depois de tanta expectativa de uma campanha que supostamente seria o ponto final no preconceito, a decepção veio à cavalo tão logo essa campanha caiu nas mãos da presidente da república Dilma R. para a votação e aceitação para começar a ser utilizada. O famoso "kit gay" do MEC foi um fiasco total e foi proibido de ser lançado nas escolas, embora já tivesse sido distribuído para todo o território nacional (estava aguardando ser liberado para as escolas nas prefeituras). É evidente que se não fosse a pressão popular, esse kit teria sido liberado sem problemas, mas a Dilma acabou suspendendo seu uso. Muita gente na época ficou puta da vida, achou uma falta de respeito, ignorância dos políticos e principalmente um retrocesso na legislação. Outros, porém, entenderam que se foi barrado é porque tinha algo de muito errado e que não seria bom para as nossas crianças terem contato com um material daquele tipo. Sinceramente? Eu fiquei com a segunda opção. É isso mesmo, eu entendi que se barraram é porque teve motivo. Veja bem, os mesmos que barraram o kit gay também legalizaram o casamento gay, então isso já é uma prova mais do que contundente de que preconceito mesmo não é o problema.
Desde então tem surgido cópias no Youtube dos vídeos que compunham essa campanha nacional. Parte das cartilhas também foram jogadas na internet e todos hoje podem ter acesso a elas. Eu sinceramente fiquei um tanto chocada com o material. Decidi comentar sobre uma parte dele, justamente a que está dando o bafafá todo.
Antes que me martirizem aqui, quero deixar claro que esta é a minha opinião. Não tem que necessariamente coincidir com a sua, portanto seja sensato ao comentar este post por favor.

