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Sério, cara?

Isso é tudo o que você tem pra me matar?

Provador de comida


Enfim um MMA que eu tenha prazer em assistir!

Sim, a Rússia inovou mais uma vez ao trazer combate medieval pras telas! Eu, que sou muito fã das justas, adoraria ver um MMA desse tipo!

MadBizarrice: monstros medievais e marinhos


Sem sombra de dúvida a Idade Média foi uma das eras mais bizarras da história, principalmente pelo fato de que tudo que era desconhecido não só se tornava um tabu, como também era visto como obra do próprio tinhoso. Não obstante disso, estavam os monstros do mar, das montanhas, dos rios, enfim, qualquer coisa que os europeus consideravam anormal em qualquer lugar que estivessem. Isso também se devia pelo fato de que não conheciam todo o planeta e principalmente porque os monarcas e o clero usavam algumas lendas para botar ordem nas cidades. Muitas delas são apenas adaptações que os europeus fizeram de lendas da mitologia grega. O legal é que muitas vieram dos próprios portugueses, os pioneiros na navegação no mundo e que também davam uma ideia de como eles viam o Brasil. Reuni aqui alguns dos mais bizarros monstros:

O bafo mais quente da galáxia - dragões são conhecidos nossos e hoje os vemos como criaturas épicas e fantásticas, mas na época eles causavam pesadelos em qualquer um que ouvisse suas histórias. Diversas histórias e lendas os retrataram como as mais terríveis das criaturas.


Podiam cuspir fogo, devoravam pessoas, podiam voar ou nadar com muita agilidade, em alguns relatos até diziam que suas caudas podiam se enrolar e sufocar as pessoas, tinham escamas muito duras e resistentes que formavam uma carapaça e dentes afiadíssimos. Eram capazes de destruir cidades inteiras se quisessem e eram muito difíceis de serem capturados.


Os chifrudinhos safadinhos - os unicórnios também hoje são vistos como criaturas fantásticas e até mesmo "do bem", mas na idade média a coisa era bem diferente. Eram descritos como criaturas de 4 patas que tinham um único chifre na cabeça e que não tinham medo de usá-lo para perfurar e matar qualquer coisa que aparecesse na sua frente.

Nenhum caçador podia capturá-lo porque era extremamente ágil e forte. No entanto, um escritor da época chamado Isidore de Sevilha relatou em um de seus contos que para capturar um unicórnio era necessário que uma virgem se colocasse diante da besta e mostrasse um peito, então ele se acalmava e se aninhava junto a ela.

Neste quadro a virgem está com os peitos de fora e a faixa diz que ela está triste porque está presa e isolada com o unicórnio.
 Com o bicho mansinho, os caçadores agora podiam pegá-lo.


O esquisitão - Blemmyae não tinha cabeça e somente um corpo de humano. Cada olho ficava em um ombro e o nariz e a boca ficavam no meio do peito. Eles acreditavam que viviam em algum lugar na África, na região da Etiópia e no sul do Egito. James Mandeville afirmava ainda que podiam ser encontrados em algumas ilhas do sul da Ásia. Os portugueses também descreveram o mesmo tipo de monstro aqui no Brasil, onde podiam ser encontrados às margens de rios e nas florestas.


O primo do Saci-pererê - o skiapode era uma criatura com uma única perna e um pé gigante. O interessante é que havia uma lenda que dizia que em dias de muito calor eles deitavam de costas e botavam o pé pra cima, afim de fazer uma sombra e se refrescar.


Os grandalhões - aparentemente o povo medieval não gostava muito da ideia de conviver com gigantes. Várias histórias contavam a captura deles e também a execução. Acreditava-se que moravam em desertos e montanhas, onde teoricamente a vida humana é quase que impossível de ser sustentada.


As sedutoras - não sei dizer quando exatamente as sereias se tornaram boazinhas, talvez a Disney tenha feito isso com o desenho da "Pequena Sereia". O caso é que na idade média eram o terror de qualquer marinheiro e Colombo relatou que encontrou várias delas na América. Enquanto navegavam em alto mar, lindas mulheres surgiam do nada e cantavam melodias que os hipnotizavam, fazendo-os pularem na água. Então elas os levavam para o fundo do mar onde os trouxas marinheiros se afogavam e depois eram devorados por elas. A parte de cima era humana, mas a parte de baixo era um peixe. 


Há uma lenda que diz que o arquiduque Filipe da Áustria capturou e exibiu uma sereia em 1548. Ao que parece, ela viveu por um bom tempo depois em um convento onde trabalhava tecendo e que sempre tentava voltar ao mar, então isso lhe causava alguns problemas no convento porque ninguém queria deixá-la voltar. Uma parte bizarra da história é o relato do francês Ganeauque que dizia que as sereias eram como moluscos do tamanho de novilhos, mas com cara e peitos de mulher. Ele ainda afirmava que elas tinham gosto de carne de vaca e que seus dentes eram um poderoso remédio para a disenteria. É, aparentemente ele comeu ou conheceu alguém que comeu uma sereia no jantar (santa bizarrice, Batman!). Eu me pergunto se comer uma sereia é uma forma de canibalismo. Enfim, há ainda uma "prima" delas chamada melusin, cuja principal diferença era que tinham uma cauda dupla (igual ao logo do Starbucks). Jean d`Arras escreveu a história mais famosa que dizia que uma se casou com um homem e teve 11 filhos, porém aos sábados ela assumia a forma com cauda e por isso eles não podiam se ver. Aparentemente ela era menos sacana do que as sereias.


Os híbridos - mantícoras eram seres com corpo de leão (tinha o tamanho de um tigre), cauda de escorpião e cabeça de um homem adulto. Em algumas versões também tinha chifres e dentes muito afiados. Eram conhecidos por devorarem uma pessoa inteira, até mesmo as roupas, ossos e qualquer outro acessório que tivesse como colares, anéis, moedas, etc. Por muito tempo foi uma figura que ilustrava o mal em sua mais pura forma.


Também haviam os cinocéfalos que tinham corpos humanos e cabeças de cães.


Paulo, o Diácono, relata em “A História dos Lombardos” que para afugentar os inimigos os Lombardos espalharam boatos de que tinham cinocéfalos à sua disposição e não é que deu certo? Seus inimigos recuaram na hora!


Ainda há os gêmeos ichthyocentauros chamados Bythos e Aphros. Eram como as sereias, na verdade, pois a parte de cima era de um homem e a de baixo era uma cauda de peixe. Alguns tinham coroas, outros chifres feitos com partes de crustáceos e eles aterrorizavam o mar.


O hipogrifo era o fruto do cruzamento de uma égua com um grifo (corpo de leão, cabeça e asas de águia). O interessante é que grifos e cavalos eram como cães e gatos, então o cruzamento era visto como impossível.


A Tarasca era um híbrido macabro por si só. Imagine um dragão com cabeça de leão e rosto de um velho tristonho, com pernas curtas, garras enormes, uma carapaça de tartaruga com espinhos curvos e uma cauda longa espinhosa com um ferrão de escorpião na ponta. Era isso que os moradores da cidade de Tarascon acreditavam que estava atacando-os. Nenhum caçador podia destruí-la, mas a lenda diz que uma garotinha decidiu acabar com a festa do monstro. Ela borrifou água benta, fez uma cruz com dois gravetos e fez uma coleira com seus cabelos trançados. Isso de alguma forma domou o monstro. Chegando à cidade, os habitantes assustados mataram-no a pedradas e a menina ficou muito triste.


O terror dos 7 mares - Leviatã era um monstro marinho conhecido por afundar qualquer embarcação que tivesse o azar de encontrá-lo. Apesar de ter sido descrito na Bíblia pela primeira vez como um dragão que simbolizava o mal, o Leviatã ganhou muito mais fama na Idade Média e também outras formas como serpente gigante do mar ou polvo gigante. Segundo o texto De Mundi Celestes Terre Risque Constitutione, ele rodeava o mundo de um extremo a outro do mar.


O esfomeado - o kraken é outra criatura famosa. As lendas surgiram na parte escandinava da Europa, onde se dizia que ele gostava de se alimentar dos peixes que ficavam perto da Noruega e Islândia. Pro azar dos vikings, era exatamente onde os pescadores conseguiam mais peixes.


Ao menor sinal da criatura eles corriam pra longe dali porque o Kraken aparentemente era uma lula, peixe ou polvo gigante que não tinha paciência nenhuma e estraçalhava com qualquer embarcação que roubasse sua comida. Algumas versões diziam que ele só destruía navios que poluíam a água e navios piratas. Há quem dizia que ele tinha 100 braços e o tamanho de uma ilha. Sabe-se atualmente que essa lenda não é tão fantasiosa assim, já que foram encontrados espécimes de lulas gigantes que causaram arrepios até em biólogos modernos.


O brasileiro - o português Pero de Magalhães de Gândavo relatou em 1576 que uma criatura chamada ipupiara tinha sido encontrada no mar de São Vicente, no atual Estado de São Paulo. Assustados, os marinheiros o mataram ali mesmo. Segue a descrição do bicho segundo o relato: "(...) tinha quinze palmos de comprido e [era] semeado de cabelos pelo corpo, e no focinho tinha umas sedas mui grandes como bigodes." Hoje sabe-se que era apenas um leão marinho, mas na época eles não conheciam esse animal e portanto era visto como o monstro ilustrado abaixo.


A punição divina - entre 1764 e 1765 em Gévaudan, na França, um lendário e macabro ser assombrava as pessoas. Era dito que arrancava as cabeças das mulheres e crianças e depois sugava seu sangue. O monstro logo ganhou a fama de ser um lobisomem que era resistente até mesmo a armas de fogo. Homens e mais homens foram enviados às florestas e montanhas para caçar a criatura, mas todos falharam. As vítimas, no entanto, continuavam surgindo devoradas. O bispo local afirmou que aquilo acontecia por causa da imensidão dos pecados da população, mas nada tinha a ver com castigo divino e sim com um grupo grande de lobos que estava atacando as ovelhas da região.


O folclórico - o Curupira hoje é visto como um protetor das florestas, mas não passa de uma lenda do folclore brasileiro vinda dos indígenas. Entretanto, quando os exploradores portugueses chegaram ao Brasil, os índios demonstravam um imenso pavor só de pronunciar o nome "curupira". O padre José de Anchieta declarou em uma carta enviada à Portugal que o Curupira era respeitado na floresta por todos os animais e plantas que se curvavam diante dele, um índio de cabelos vermelhos como o fogo e pés virados para trás, mas era um terror para os índios que nem se atreviam a provocá-lo. Obviamente os portugueses também ficaram com  medo do tal curupira.


O cíclope bizarro - o navegador português Francisco Correia relatou o naufrágio da nau Nossa Senhora da Candelária, na ilha Incógnita, no séc. XVII e atribuiu a desgraça dos marinheiros atacados a seres com orelhas maiores que a dos burros, um olho no meio da testa e nariz com 4 ventas.

Como não tem ilustração do tal monstro, fique com esta belíssima ilustração de embarcação portuguesa da época.

Os "sereios" - o padre jesuíta Henry Enriquez diz ter avistado homens-sereias em Manor. Ele os chamou de tritões. O curioso é que outro padre jesuíta chamado Eusébio de Nuremberg dizia que o cruzamento de um tritão com uma moça gerava uma criança que depois se tornaria um dos marinheiros da Galícia.


As ninfas amaldiçoadas - Cila era uma ninfa belíssima que sem querer fez com que uma criatura marinha chamada Glauco se apaixonasse perdidamente por ela. Entretanto ela não gostava dele e fugiu. Desesperado, ele recorreu a uma feiticeira chamada Circe e pediu para que ela o ajudasse. Circe, por sua vez, se apaixonou por ele. Glauco a recusa e foge, daí a Circe corre atrás dele. Como falha miseravelmente em seduzi-lo, ela se enfurece e transforma a coitada da Cila numa criatura horrenda com 12 pés, 6 cabeças em longos pescoços que ficam presos a um tronco feminino, dentes afiados e com cabeças de cães que latem sem parar em seus lombos.


Vendo a criatura, Glauco se recusa a aceitá-la (sim, ele era um grande babaca) e de vingança nunca mais aparece para Circe, que ainda o espera em sua ilha. Cila então vai pro estreito de Messina, entre a Sicília e a Itália, aterrorizar quem antes a admirava por sua exótica beleza. Quando uma embarcação se aproxima, os cães latem para avisar Cila e ela devora os marinheiros.


Caríbdis era uma ninfa nada correta. Héracles ia passando com uns bois e Caríbdis os roubou, os comeu e tentou atacar Héracles depois. Furioso, Zeus tacou um raio nela e a enviou para o fundo do mar. Ali ela se tornou um monstro marinho feroz que cria redemoinhos para afundar embarcações. A má notícia é que se você escapa da Caríbdis, vai acabar caindo nas garras da Cila e vice-versa.

De um lado o redemoinho da Caríbdis, do outro as cabeças devoradoras de Cila. Não tinha mesmo como escapar!
 A boa notícia é que Caríbdis e Cila foram lendas usadas pra alertar os marinheiros e navegantes dos perigos das rochas e corais que ficam na região do estreito de Messina e que com certeza podiam afundar qualquer navio desavisado (seriam acidentes semelhantes ao do cruzeiro moderno Costa Concordia que em 2012 teve sua lateral dilacerada pelas rochas por puro descuido do capitão). É dito que estar "entre Cila e Caríbdis" significa ficar preso entre duas alternativas igualmente desagradáveis. De qualquer forma, passar pelo estreito era algo realmente tenso e os navegantes tomavam todo cuidado possível pra não irritar os dois monstros.

Caríbdis e Cila atacando sem piedade!

Achei interessantes as outras explicações do por que essas criaturas existirem. Se estiver interessado (a), não deixe de acessar estes outros links:



Para ver outras coisas estranhas e incomuns, acesse a nossa coluna de bizarrices!

MadBizarrice: Práticas e histórias bizarras pelo mundo

 

O mundo tem milhares de anos de história e muitas bizarrices aconteceram nesse meio tempo. Fizemos uma listinha de algumas mais bizarras. Confira:

A julgar pelo gordinho ao lado, imagino que o porquinho teve a infeliz ideia de comer o almoço do cara.

Culpado pelo oinc!
Na Idade Média os animais eram julgados por crimes como comer toda a comida, invadir casas, matar seres humanos, fazer muito barulho, etc. E o julgamento era levado a sério com direito a juiz, promotor e defesa! Se fosse condenado, adivinha? Era abatido.

Enforcamento de um porquinho condenado.

Para se ter uma ideia, em 1639 um cavalo na França foi condenado à morte na fogueira por ter premeditado jogar o cavaleiro no chão e fazê-lo quebrar o pescoço. Disseram que estava possuído pelo demônio. (só eu acho que a galera do tribunal fez um belo churrascão depois da sentença?)


Legumes gulosos
Em 1934 a esposa de Roderick Peal sem querer perdeu um anel de safira num campo. Meses depois, ao cortar um batata eis que surge ninguém mais, ninguém menos do que o anel! Até hoje ninguém faz ideia de como diabos a batata "engoliu" o anel e o manteve ali dentro. E essa não foi a única vez não! Uma sueca perdeu a aliança no quintal e encontrou 16 anos depois dentro de uma cenoura.


Um leilão suspeito
Se você estivesse com problemas financeiros na Idade Média, podia vender a sua esposa. Isso só era possível porque o casamento tornava a esposa uma propriedade do homem. Sendo assim, era comum que leilões acontecessem ou que a própria mulher arranjasse um comprador e depois levasse a grana pro ex-marido. Eu não sei não, mas pra mim tinha gente aí que queria é se livrar da mulher ou do marido! O pior de tudo é que essa prática ainda existe em países subdesenvolvidos.


Teste de gravidez nada convencional
Em 1927 a urina de mulheres supostamente grávidas era injetada no útero de coelhas. Caso houvesse uma resposta positiva dos ovários desses infelizes animais, então eram boas notícias para a mulher (ou não né, vai saber...). Hoje, é claro, basta fazer xixi num medidor que se compra em qualquer farmácia. Na Grécia e Egito tinha uma prática muito parecida em que as mulheres faziam xixi num saco de trigo e caso ele germinasse, indicaria gravidez.

Calma, essa é uma cabeça de mentira!

Souvenir da traição
Pedro, o grande, um dos mais incríveis czares da Rússia, perdeu a paciência quando soube que sua mulher o havia traído. Ele então decapitou o amante e colocou a cabeça preservada no quarto da mulher. Se você achou isso cruel, então saiba que o imperador romano Cláudio ordenou matar cerca de 300 suspeitos que supostamente fizeram uma orgia com sua mulher, que aliás também foi torturada e morta. Ele assistiu as sessões de tortura.

"O meu sensor de periguete explodiu! Pega sua inveja e vai pra… "

O julgamento do recalque
Rosaura de Montalban vivia em Florença, na Itália, lá pelo século XVI (16, mamífero). Era conhecida por ter uma beleza estonteante, tanto é que destruiu tantos relacionamentos quanto pode até que finalmente foi capturada e levada a julgamento por supostamente ser uma bruxa que enfeitiçava os homens (ah ta, ela que era a bruxa né? ¬¬). Mas ela não era burra, sabia do poder que tinha e não poupou esforços para conquistar os juízes e se safar das sentenças rapidinho. Com um sorriso ela os hipnotizava. Fez isso diversas vezes até que um belo dia, fartos dos truques baixos dela, a galera recalcada do tribunal decidiu colocar uma máscara de caveira na sua cabeça. Não teve jeito, foi condenada à morte. Haja recalque!

Imagina ver um poster desses na rua...

Método nada ortodoxo para curar histeria feminina
Até o século retrasado acreditava-se que mulheres sofriam de "histeria feminina". Os sintomas eram tão amplos que até sintomas de uma doença mais grave eram ligados à histeria feminina. A causa mais aceita era o estresse provocado pela vida moderna do século XIX (19, fi!), mas também pela insatisfação sexual. Então como resolver isso? Bem, o tratamento era muito simples: a mulher ia no médico e este lhe fazia massagens pélvicas até que passasse pelo paroxismo histérico. Resumindo: o médico Ricardão safadjenho masturbava a mulher até ela atingir o orgasmo. Mas calma, a coisa vai piorar! Os médicos recomendavam que o tratamento fosse ininterrupto e constante. O bom da história é que o médico era pago e por causa dessa "terrível doença" surgiram os primeiros vibradores que nada mais eram do que ferramentas médicas. Anos depois o aparelho foi comercializado livremente, o que foi ótimo pras mulheres porque agora elas podiam se "tratar sozinhas" e hoje se tem uma variedade colossal no mercado erótico. E quanto à doença: ela foi desacreditada quando entramos em meados do século XX (20, criatura). Vou te dizer uma coisa: nunca na história deste universo existiram clientes tão satisfeitas! (literalmente!)


O médico espertinho
Na Idade Média era proibido que um homem fizesse um parto (mas era permitido jogar cocô pela janela, vai entender...), inclusive as próprias parteiras só podiam manipular a "região" quando a paciente utilizasse um vestido longo. Em 1521 um médico alemão se disfarçou de mulher e fez um parto. Tão logo o espertinho foi descoberto e já foi enviado à fogueira em seguida.

Aqui tem um bando de loucos, loucos que cortam a cabeça!

Aqui tem um bando de loucos!
O rei Goujian de Yue pegava os criminosos e os colocava na linha de frente da infantaria. Antes de começar a batalha, os criminosos eram obrigados a cortar suas próprias cabeças. O objetivo era assustar o inimigo para que pensassem que aquele exército só tinha loucos.


Um último adeus a uma nobre guerreira
Antonio López de Santa Anna era um general mexicano que acabou ferido na perna durante o combate da Batalha de Álamo em 1836. A solução foi a amputação de sua perna, mas ele a prezava tanto que lhe fez um funeral digno de um rei!

Tim-tim!

Um brinde macabro
É claro que existiram civilizações cujos integrantes bebiam em crânios de inimigos afim de celebrar a vitória, mas na era do gelo as pessoas não tinham copos. Eram homens da caverna, ainda estava descobrindo pra que diabos servia uma pedra, então crânios não eram desperdiçados e viravam copos muito úteis (a imagem acima é só pra ilustrar, não vá acreditar que eles faziam uma obra de arte assim pra fazer um copo).


Fumo no traseiro
Sofrendo de dor de cabeça, dor de estômago, cólicas ou problemas respiratórios? Bem, se você vivesse até o século XIX, eles introduziriam um tubo no seu traseiro e soprariam fumaça de cigarro lá pra dentro.


Autorização especial
Na China tem uma lei que especifica que todo monge budista que quiser reencarnar tem que antes pedir autorização ao governo.


O líquido da morte
O mercúrio foi utilizado por séculos em muitas aplicações. A mais famosa certamente é o do termômetro, mas até aí não se sabe de intoxicação se o frasco se mantiver intacto. Outro uso foi na mineiração, onde o mercúrio ajudava a identificar o ouro e a prata, mas matava rapidamente os garimpeiros. Chapeleiros utilizavam o mercúrio na fabricação de qualquer chapéu e se contaminavam de uma forma que literalmente se tornavam chapeleiros loucos e morriam rapidamente, inclusive essa foi a inspiração para Lewis Carroll fazer o famigerado personagem da história de Alice no País das Maravilhas.


Outra profissão cuja expectativa de vida era reduzida drasticamente era a de relojoeiros que faziam os relógios Ormolu. Estes relógios eram mergulhados em uma mistura com mercúrio altamente tóxica. O relojoeiro acabava exatamente igual ao chapeleiro, mas em compensação ficava um relógio belíssimo e caro.


A máscara da vergonha
Durante os séculos XVII e XVIII os fofoqueiros, sacanas e difamadores eram condenados a usar a máscara da vergonha na Alemanha. O simples ato de contar uma piada suja já era motivo suficiente pra sentença. Além de serem desconfortáveis porque muitas tinham um abaixador de língua e eram apertadas, elas ainda tinham orelhas alongadas que sugeriam que a pessoa era burrinha, um linguão para identificá-la como fofoqueira e um focinho de porco para sugerir que era suja.


Algumas até mesmo tinham um certo mecanismo que quando a pessoa respirava, fazia um barulho bizarro para chamar a atenção e humilhar ainda mais. O Nelson Rubens estaria f*dido!hahahaha


A conspiração do peixe
Um pescador decidiu oferecer ao imperador romano Tibério, o imperador que mais temia conspirações, a sua maior conquista: um belo peixe. Quando chegou ao cômodo do imperador foi preso sob acusação de conspiração por supostamente querer matar o imperador e sentenciado a ser esbofeteado com o peixe, além de tê-lo esfregado em sua cara. O pescador então agradeceu aos céus por ter trazido um peixe ao invés da lagosta gordinha que tinha pescado. Tibério mandou trazerem a lagosta e a esfregarem na cara do pobre pescador. Acho que era melhor ele ter ficado calado. Só acho.


Pai e tio, tio e pai
Raymond e Richard Miller são irmãos gêmeos que dormiram com a mesma mulher no mesmo dia. Ela engravidou e teve uma garotinha, mas agora ninguém sabe quem é o pai. O problema piora porque os dois tem o mesmo DNA, portanto uma probabilidade de 99,9% de cada um ser o pai da menina. Nenhum quer pagar a pensão e isso se tornou uma tremenda de uma dor de cabeça pro tribunal do Missouri, nos Estados Unidos.


Reaproveitamento de dentes
Até o começo do século XIX, as dentaduras eram feitas com dentes de soldados mortos em combate.


Doações bizarras
E por falar em reaproveitamento de dentes, uma estátua mexicana chamada “Señor de la Paciencia” em tamanho real teve que passar por restauração por ser do século XVIII (18, animal) e estar bastante deteriorada. Entretanto, o raio-x da estátua (procedimento comum para saber o interior da estátua) revelou que ela possuía dentes humanos de verdade!

MadDepressão: os dentes da estátua estão mais bem conservados do que os seus.

Ninguém sabe de quem era, mas acredita-se que foi uma doação de algum fiel, já que é comum as pessoas doarem coisas como roupas e cabelos para a produção da imagem.

Ui, ele gostava de bundinhas!

A coleção insólita de Hitler
Sim, o tio Adolfinho não era piradinho apenas no campo de batalha como também tinha uma vasta coleção de fotos de bundas que ele mesmo tirava. Engraçado que pra bunda da Eva ele nem olhava...se bem que vai saber né?

"Ozzy morcegão"

O lanchinho mais famoso da indústria musical
Ozzy Osbourne teve o azar de ter um fã sem noção que jogou um morcego no palco. Achando que era de brinquedo, ele mordeu sua cabeça e a arrancou fora, mas o infeliz morcego era de verdade. Imediatamente foi levado para o hospital onde recebeu um pesado tratamento antirrábico. Ele afirmou que jamais suspeitaria que fosse um animal de verdade, mas isso não convenceu a galera das organizações de defesa dos animais que infernizam o cara até hoje.

Sim, ela está bebendo xixi!

Dentes brancos com algo amarelo
O creme dental é uma invenção moderna, mas a criatividade de alguns povos antigos chega a ultrapassar fronteiras. Os romanos, por exemplo, usavam urina para escovar os dentes e branqueá-los. Eles também tomavam xixi porque achavam que fazia bem pra saúde.

Senhora e senhores, eis o novo cônsul de Roma!

O novo cônsul romano
Dizem as más línguas que o imperador Calígula nomeou seu cavalo Incitatus como cônsul, ou seja, o cavalo agora se tornara o responsável por comandar os exércitos romanos.


Mulher da cara preta
Durante o século XVI as mulheres usavam máscaras "Visard" de veludo preto. Elas protegiam do sol a pele da usuária, mas para segurá-la no lugar a mulher tinha que morder um botão e por isso não podiam falar enquanto estivessem com a máscara.

Aí está o famoso botão.

Os homens da época não gostavam muito da ideia e também não era pra menos! Imagine uma mulher vindo na tua direção com uma máscara preta que só dá pra ver os buracos dos olhos e ela ainda não pode falar! 

Sério, você não iria querer topar com uma criatura dessas nem de dia e nem de noite!

Santa bizarrice, Batman! No século seguinte elas caíram em desuso. (ufa!) Olha, de longe essa foi a moda mais bizarra que eu já vi na vida!

Seja como for, a grande maioria dessas histórias serviu para que aprendêssemos a construir a sociedade que temos hoje. Não é perfeita, mas é muito mais fácil se viver hoje do que há mil anos atrás.


Para ver outras coisas estranhas e incomuns, acesse a nossa coluna de bizarrices!
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