Homem faz um Whisky falso perfeito

julho 31, 2014 , , , , 0 Comentário(s)



O maldito ainda faz o lacre plástico perfeitamente! E você aí, achando que aquele Red Label (JABÁ!) estava mais forte do que o comum, mas na verdade era um "uisquete" fajutão!hahaha (o cara botou a tampinha na boca, eca!)

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E você se perguntava como os pichadores chegavam a algumas regiões

julho 31, 2014 , , , 0 Comentário(s)

Tamanho esforço pra fazer uma merda dessas...tsc tsc tsc!

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Gambiarra de chuveiro

julho 31, 2014 , , 0 Comentário(s)

E pior que deve funcionar bem, só tomar cuidado pro balde não encher muito.

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Mona Palestina

julho 31, 2014 , , , 0 Comentário(s)

Vai bombar!

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MadCurioso: quem eram os druidas?



Se você já assistiu ou leu Asterix provavelmente deve conhecer o Panoramix, um druida maluco que é o único que sabe fazer a poção mágica. Mas afinal, esses druidas existiram mesmo?

Não só existiram, como muito de seus conhecimentos e rituais existem até hoje! Aliás, ainda hoje é possível se tornar um druida. Eles eram parte fundamental do povo celta que viveu há 3 mil anos atrás onde hoje é o Reino Unido, Portugal, Espanha e França. Druida na língua celta significava que era uma pessoa que tinha o conhecimento do carvalho. Você pode achar isso meio estranho, mas pra eles fazia todo sentido já que os carvalhos eram árvores muito antigas das florestas e que sempre representavam as demais. Para os celtas quem tinha o conhecimento do carvalho, tinha o conhecimento de todas as árvores e isso significava que era uma pessoa muito sábia. 

Apesar de visões cristãs os descreverem como magos e bruxos, a realidade era um pouco diferente. Eles eram conselheiros, filósofos, juízes, médicos, cientistas, teólogos e intelectuais da cultura celta. Seus princípios era fundamentados no amor e na sabedoria. Eles veneravam a natureza e tentavam manter o equilíbrio natural o máximo possível.

A formação de um druida

Não era fácil ser um druida. Alguns dizem que era necessário pelo menos 4 anos de estudos para começar a praticar o druidismo e outros dizem que haviam druidas que chegaram a estudar por 19 anos ou mais para se aperfeiçoarem na área. Na verdade, leva 19 anos para que ocorra um Ciclo Metônico (criado pelo astrônomo grego Meton). Esse ciclo ocorre quando o calendário solar de 365 dias e o calendário lunar de 364 dias se encontram e dois eclipses idênticos ocorrem. Para algumas tribos celtas era o prazo ideal. Você pode achar tempo demais, mas pense bem: os celtas não usavam a escrita e sim a oralidade para transmitir os conhecimentos de um para o outro. Agora me diga: quantas aulas da faculdade você lembra? Aquelas aulas em que o professor falava e falava sem parar? Pois é…e você só estudou por uns 4 anos (ou mais).


Há uma tríade druídica que diz:

“Três deveres de um druida:
curar a si mesmo;
curar a comunidade;
curar a Terra.
Pois se assim não fizer, não poderá ser chamado de druida." 

Quando eles dizem curar não significa apenas curar doenças, mas reflete num sentido muito mais amplo da palavra, quase como cuidar, preservar, zelar. Portanto sabemos que eles não só tinham que saber venerar a natureza, como também tinham que aprender a cuidar uns dos outros, a cuidar da sociedade e de si mesmo. Isso representava o equilíbrio perfeito.

Acredita-se que na ilha de Anglesey (Ynis Mon, em galês) havia um centro de ensino druídico, entretanto não se sabe ao certo o que era de fato ensinado. Tudo o que sabemos é que cânticos filosóficos, lendas,  fórmulas mágicas e encantamentos faziam parte da “grade curricular” de um druida. Infelizmente sem registros escritos pelo celtas e os romanos fazendo o favor de destruírem tudo da cultura celta, pouquíssima coisa foi encontrada e as lendas que perduraram por milênios sofreram tantas alterações, principalmente cristãs, que na verdade nem são muito levadas em conta como parte da cultura druídica.

Religiosos ou políticos?

Apesar do conflito entre as visões cristãs e os relatos gregos e romanos, a maior dúvida de todas permanece sem resposta: os druidas eram parte de uma religião?


Bom, alguns estudiosos afirmam que se os enxergarmos como filósofos de um idealismo referente à natureza, então podemos concluir que não eram parte de uma religião. Neste caso, eles eram os “organizadores” do ritual e não os mediadores entre os deuses e os homens. Eles podem sim ser considerados políticos das sociedades celtas. Só lembrando que político é aquele que cuida da polis, ou seja, da sociedade em que vive.

Porém se nós levarmos em conta que eles faziam os rituais e tinham todo um cuidado em venerar a natureza, então passamos a enxergá-los como religiosos. 

Práticas

Como médicos ou curandeiros, a arte da cura sempre esteve presente nas práticas druídicas. O sol, por exemplo, era visto como um espírito capaz de criar e destruir a vida, fertilizar ou destruir uma colheita, podia curar e regenerar e ainda por cima  iluminava os cantos escuros da terra.


Como filósofos eram os responsáveis por aconselhar os reis e a manter a sociedade unida. Era comum para eles homenagearem os mortos com festas dentro de casa e não no cemitério. Um destes rituais foi o “pai” do dia das bruxas (halloween). Haviam também rituais para a colheita, os animais e todos baseados em ciclos lunares e solares.

Os sacrifícios e a má fama

Claro que sempre tem que ter a parte bizarra da coisa toda, não é mesmo? Afinal aqui é o U Mad?. Os historiadores comprovaram que os druidas não só faziam sacrifícios humanos em muitos de seus rituais, como também os matavam de formas horríveis e lentas. E já não bastasse isso, eles ainda praticavam o canibalismo (já falamos disso no blog, veja aqui). Ok, os astecas também faziam isso e daí? E daí que pro Júlio Cesar, o grande imperador romano, a coisa era tão assustadora que em seus discursos pró guerra ele dizia que quem se tornasse prisioneiro dos celtas acabaria sendo devorado em algum ritual macabro. Isso correu pela Europa mais rápido do que a Peste Negra na Idade Média, acredite! O fato de alguém comer carne humana é algo que é repudiado até hoje, mas naquela época o medo era muito maior (principalmente se você fosse um soldado romano).


Visco
Corpos foram encontrados com pólen de visco dentro dos intestinos. Essa planta era sagrada para os druidas e, portanto, o achado sugeria que a causa da morte era algum tipo de ritual. Crânios esmagados, pescoços degolados e estrangulados eram técnicas constantemente utilizadas pelos druidas para abaterem seus sacrifícios.  Outra forma bizarra de matar as vítimas para o sacrifício foi descrita por Júlio César e consistia em um homem gigante de vime que em seu interior continha pessoas de verdade. Os druidas então começavam o ritual e botavam fogo no vime. César revela que geralmente eram usados ladrões e criminosos para isto, mas na falta deles ia qualquer um mesmo.


Com a chegada dos romanos tentando conquistar suas terras, os rituais se intensificaram pra valer e a prova disso foram os 150 corpos encontrados em uma caverna na Inglaterra. Com certeza os celtas estavam desesperados pra se livrarem dos romanos de uma vez por todas (onde estava o Panoramix e sua poção mágica nessas horas?).

Enfim, há quem diga que esse negócio de canibalismo e do homem de vime só foram manobras do Júlio César pra justificar a sua investida naquela região e desmoralizar os celtas, ou seja, pode ter sido uma mentira mesmo já que os romanos eram suspeitos por adorar uma violência gratuita (o Coliseu que o diga). Plínio, o velho, mencionou alguma coisa em seus escritos sobre o canibalismo, o que pode tornar o discurso de César verídico, mas há quem conteste com outras interpretações. De qualquer forma, os sacrifícios ainda eram brutais e as provas não mentem.

Os celtas e o número 3

Curiosamente parece que os celtas adoravam o número 3. Eles usavam pra tudo! Você pode observar a tríade que coloquei mais acima no texto, com os deveres de um druida. Pois é, pros celtas isso não bastava. Eles acreditavam que existiam 3 mundos: o céu, a terra e o mar. Cada mundo era dividido em mais 3 partes: mundo espiritual (espíritos e deuses viviam nele), mundo mortal (mortais e a natureza viviam nele) e o mundo celestial (energias cósmicas existiam nele como o sol, a lua e o vento) Também acreditavam em 3 reinos: o da terra, o da água e o do ar. E fora o fato de que existiram há 3 mil anos atrás…hahaha, ok, ok, essa última foi só coincidência mesmo! O fato é que para eles o número 3 era sagrado, mas seus múltiplos eram ainda mais importantes como o 9. O 9 é interessante porque ele tem um significado místico e ao mesmo tempo científico. Não importa os números que você junte, no final das contas sempre dá 9. Duvida de mim? Pegue aí um número e o multiplique por 9. Agora some os números do resultado. Deu 9, não é?

Por exemplo: 9x8=72 –> 7+2 =9 / 9x18= 162 –> 1+6+2=9

Pra mim, algum celta perdeu um bom tempo descobrindo essa façanha da matemática, mas enfim né…Não vamos estragar o misticismo da coisa toda.

Seus símbolos, aliás, eram formados de 3 elementos como pode ser observado abaixo:


Os druidas, por sua vez, obviamente usavam o número 3 e seus múltiplos em todos os seus rituais. Para eles, muitas vezes conseguiam representar o corpo, a mente e o espírito.

Classes de druidas

Não só eram sábios e muito místicos, mas também extremamente organizados. Eram divididos nas seguintes classes:

-Druida-Brithem – eram os juízes. Como eu disse anteriormente, os celtas não usavam a escrita e portanto cabia a um druida saber as leis de cor. Eles costumavam ir de casa em casa ou ir em outras aldeias para resolver os problemas.

-Druidas-Filid  - era o topo da classe dos druidas e sua função era contatar diretamente o cosmos. Eram sacerdotes, juizes, cantores, filósofos e poetas com alto poder e estatus. Extremamente respeitados pelo povo e muito requisitados. Se você quisesse saber se a sua colheita ia dar certo, bastava consultar o Filid. Não, eles não adivinhavam o futuro, apenas consultavam o cosmos. De tão poderosos que eram, ninguém acreditavam que podiam morrer para sempre e sim que reencarnavam em uma nova vida várias vezes. Quando não podiam mais encarnar, eles se tornavam uma espécie de divindade que intercederia pelos vivos no cosmos.

-Druida-Liang – eram os médicos. Estudavam por até 20 anos antes de encarar um paciente (e você aí, reclamando de 5 anos de medicina). Ervas eram o ingrediente principal de muitos remédios e eles sabiam fazer até cirurgias. Eles até mesmo tinham tratamentos contra a velhice, onde utilizavam principalmente azeites. Até os romanos se aproveitaram desse conhecimento e utilizaram-no para discernir as características nutricionais dos alimentos (o que foi uma baita evolução na alimentação humana, diga-se de passagem).

-Druida-Scelaige – pode-se dizer que eles eram os historiadores dos celtas. Sua única função era contar e recontar as histórias que tinham aprendido com outros Scelaige ou Sencha, ou seja, garantir que as lendas perdurassem o máximo possível já que não utilizavam a escrita. Se não decorassem as histórias e canções, perdiam seu prestígio de druida.

-Druida-Sencha – eram uma espécie de pesquisadores. Percorrendo as terras celtas, eles compunham novas histórias e canções e atualizavam as informações do que estava acontecendo por ali. Eles tinham que decorar tudo, já imaginou? Depois disso, eles iam até os Scelaige e contavam para eles todos os babados todas as histórias.

-Druidas-Poetas – se você achou uma confusão essa história de sencha coletando informação e depois contando pra scelaige, saiba que os poetas tinham a função de aprenderem as histórias dos scelaige e recontar ao povo para manter a tradição celta viva. Gente, não era mais fácil os sencha escreverem um livro? NÃO, porque escrever era proibido na cultura celta.

E agora podemos separar essas classes em 3 funções básicas:


-Bardos – eram o primeiro grau e usavam a cor azul. Cantores, poetas, historiadores que eram treinados para contar as histórias e manter a tradição celta. Eram eles que zelavam pela cultura.


-Ovates ou vates – eram o grau intermediário e usavam a cor verde. Médicos, magos e conselheiros que ajudavam os doentes, conheciam astrologia, podiam se conectar com seres do além e transmitir mensagens do outro mundo. Segundo Plínio, o velho, eles usavam uma foice dourada para colher o visco do topo das árvores. Tinham um conhecimento invejável de ervas e das árvores. Eram eles que guiavam as aldeias e aconselhavam os líderes (eu disse líderes, não reis).


-Druidas – eram o mais alto nível e o último dos 3. Usavam a cor branca. Sacerdotes, juízes e conselheiros responsáveis por rituais religiosos, funções políticas, cujo escritório (ou templo) eram as clareiras dos bosques conhecidas por nemetons. Sempre aconselhavam reis e rainhas, ajudando a manter a sociedade celta em ordem. Eram tão respeitados que se um druida dissesse alguma coisa e um rei outra coisa, o povo acreditaria no druida (olha o prestígio!). Além de curar, julgar e administrar, eles tinham que saber as histórias do povo celta e passá-las adiante. Por fim, eles conseguiam consultar o cosmos e saber de eventos futuros.

Os druidas de hoje

Apesar da invasão romana ter praticamente acabado com o druidismo na sociedade celta, fato este que foi consumado pelo imperador Cláudio que não só fez o favor de invadir a bagaça toda, como ainda exterminou os druidas e seus poucos registros (a escrita era proibida, exceto em alguns rituais), de alguma forma essas práticas conseguiram sobreviver por algum tempo. Provavelmente porque o norte do País de Gales e a Irlanda jamais se renderam ao império romano. Na verdade, boa parte do que se sabe hoje sobre eles vem dessas 2 regiões. O problema é que cada região tinha uma forma diferente de tratar seus druidas e, embora os historiadores os classifiquem e tentem criar um padrão, ninguém sabe ao certo como cada região se comportava diante de seus druidas. 

O fato é que algumas lendas conseguiram chegar até nós, infelizmente muito alteradas por visões cristãs e/ou de outras culturas locais. E digo isto porque quando o cristianismo chegou à Irlanda, por exemplo, ele se fundiu com o druidismo e acabou gerando o “cristianismo celta”. É uma versão mais mística e filosófica do cristianismo de Roma. Trocando em miúdos: os caras eram cristãos, mas podiam fazer magia. Vou me abster de comentários pra não ofender ninguém, exceto esse: Cristo, que bagunça!  Se você é católico ortodoxo deve estar se retorcendo no chão neste momento, mas calma lá! Os papas na verdade ficaram meio putos com essa situação e baniram essa prática com o cristianismo ortodoxo romano, ou seja, foi na marra! Aí o pouco que tinha sobrado dos druidas se foi pelo ralo. Está feliz agora, não é meu caro amiguinho cristão ortodoxo?

E aí você deve estar pensando:

-Então como diabos tem druidas atualmente?

Se for parar pra pensar é algo impossível, utópico e sem cabimento. Não se tem registro escrito e tudo é passado pelas histórias e lendas apenas contadas. Como já dizia o ditado “quem conta um conto, aumenta um ponto” e é isso que os historiadores questionam, sobre a veracidade desse druidismo difundido atualmente. O caso é que ninguém sabe como chegou aqui, só que chegou. Ao que parece, registros de 1176 contam que uma festança no castelo de Cardigan teve uma competição de poesia entre Bardos e outros poetas. Aliás, os Bardos só sobreviveram por causa de suas poesias que eram muito apreciadas pelas cortes na Idade Média. O resto, como disse, foi exterminado. O próximo registro data de 1717, quando o irlandês John Toland teve a ideia de criar o Ancient Druid Order para reunir os poucos bardos que restavam. Esse provavelmente foi o maior passo tomado para que o druidismo chegasse aos dias atuais. Em 1726 ele lançou o livro “History of the Celtic Religion and Learning Containing an Account of the Druids”. Pra se ter uma ideia da importância que davam a essa ordem ela só foi desmembrada em 1964 e aí surgiram a Druid Order e a Order of Bards, Ovates and Druids. Entretanto, em 1792 um galês ressuscitou de algum fundo de baú a Eisteddefod, que era exatamente a competição de poesia dos bardos. Só que ela não tinha nada a ver com a ordem  do Toland e nem com as Eisteddefods dele. Enfim, nos anos seguintes autores e mais autores começaram a publicar as lendas, as histórias em coletâneas e até romances inspirados nelas. Pequenos grupos e ordens continuaram se formando até chegar ao neo-druidismo, que é o nome atual pro druidismo.

O neo-druidismo, porém, não é uma religião como o druidismo original provavelmente foi. A intenção dos praticantes é apenas manter viva a cultura druídica utilizando a mesma técnica que os celtas: contando histórias para outras pessoas. Há grupos de neo-druidas em todo o mundo, desde o Reino unido até o Japão, Estados Unidos e, pasmem, o Brasil! Eles tem até uma rede social com tudo sobre o neo-druidismo (vou deixar o link no final do post), o Druid Network. Na verdade, a Emma Restall Orr, ex-líder adjunta da British Druid Order e criadora da Druid Network, pode dar uma definição melhor da coisa toda:

Pois seguramente, se praticássemos hoje o druidismo que era praticado dois ou três mil anos atrás, não demoraria muito para que a polícia nos descobrisse e nos encarcerasse. Isso não quer dizer que o druidismo de dois mil anos atrás fosse mais barbárico do que qualquer outra cultura da época; numa época em que os escritores clássicos descreviam a natureza sacrificial do druidismo, o Circo de Roma era o deleite dos cidadãos romanos com sangrentas lutas mortais entre animais e prisioneiros. A ética social, o sistema penal e o valor dado à vida eram totalmente diferentes se comparados aos de hoje. Se tivéssemos alguma chance de saber com exatidão o que nossos ancestrais druidas faziam em seus rituais, possivelmente a maior parte de suas práticas seria hoje considerada ilegal, inaceitável e, principalmente, ineficiente.

O que ela quis dizer foi que basicamente o druidismo evoluiria de qualquer forma para se adaptar às novas regras da nossa sociedade, afinal hoje em dia arrancar a cabeça de alguém num confronto é um ato de extrema violência, enquanto que na Roma antiga era entretenimento puro! É por isso que os neo-druidas não fazem exatamente tudo que os druidas originais faziam. Enfim, deu pra entender né?

Os presentes que os druidas nos deixaram

O mais famoso com certeza é o dia das bruxas (Halloween), comemorado sempre em outubro e que é descendente direto do feriadão celta do dia de todas as almas.  Os solstícios (verão e inverno) e equinócios (outono e primavera) também estão presentes no nosso calendário.

Mitos mais comuns

Com uma cultura tão fascinante e sem registros, é fácil criar algo sobre ela. É aí que os mitos podem se tornar perigosos e as más interpretações podem ser catastróficas para a história original. Separei alguns:

-Stonehenge é obra dos duidras e servia pra algum ritual – os historiadores até acreditam que o local possa ter sido utilizado pelos druidas celtas para rituais por causa do alinhamento perfeito com o sol, mas isso não significa que já tinha toda aquela estrutura montada por lá. Há divergências sobre a época da construção. Alguns acreditam que o Stonehenge foi construído depois que os druidas já tinham sumido da face da Terra.


-Allan Kardec era druida – espiritismo é diferente de druidismo. Ele até dizia que tinha sido um druida em outra encarnação, mas isso não fazia de Allan propriamente um druida, certo? Allan é o Allan, outra encarnação é outra encarnação, namoro é namoro e um lance é um lance. Não vamos misturar as coisas.


-Druidas eram monoteístas e acreditavam em uma única deusa – eles eram politeístas (acreditavam em vários deuses), assim como todo o resto dos celtas e isso está mais do que provado pela arqueologia. Além do mais, eles acreditavam que não tinha um deus único mantenedor de tudo, como era o caso de Zeus para os gregos, mas que todos os deuses em conjunto é que mantinham o universo funcionando. Tinham deuses e deusas e todos eram importantes para eles, os druidas até mesmo os veneravam frequentemente. As deusas celtas, aliás, eram verdadeiras amazonas que não obedeciam a marido nenhum, eram guerreiras, independentes e livres (tinham até amantes). Enfim, a confusão começou graças ao Gerald Gardner que escreveu sobre a Wicca e fez entender que os celtas eram monoteístas quando na verdade nunca foram.


-Só tinha sacerdotisa mulher – outra interpretação errada que surgiu por causa de um livro chamado “As Brumas de Avalon”, afinal ele cita 2 druidesas importantes. A verdade é que tinham druidas e druidesas, mas a profissão de sacerdócio não era exclusivo delas.


-Druidas se originaram em Atlântida – a suspeita se deve pelo fato dos celtas terem lendas e mais lendas sobre ilhas míticas, mas nunca mencionaram que os druidas vieram de alguma delas. Em seus contos, sempre os heróis vão em busca delas e nunca vem delas. São ilhas do tipo: terra da juventude eterna, terra dos mortos, terra da vida perfeita, etc. É provável que os “imigrantes” do continente europeu ao chegarem nas ilhas britânicas tenham se deparado com a cultura dos povos que viviam por lá. Aquela mistura toda deu nos celtas e consequentemente nos druidas e não que eles tenham vindo de uma ilha com crenças malucas e tenham formado o druidismo.


Druidas famosos da literatura e mitologia

-Panoramix – o druida maluco de Asterix e o único que sabe a fórmula da poção mágica que dá uma força sobrenatural a qualquer um que a tomar, o que ajuda os gauleses a se livrarem dos romanos rapidinho! Ele provavelmente era um Vates.


-Mago Merlin – sim, ele era druida e dos bons! Era praticamente um Filid e se vestia de branco provavelmente, como todo druida. Não é à toa que Arthur se deu bem indo na conversa dele.

Quem não lembra do malucão Merlin do filme da Disney "A espada era lei"? Ele também apareceu no jogo Kingdom Hearts.
 -Kevin – o druida harpista de “As Brumas de Avalon”. Provavelmente era um poeta.
-Taliesin – outro druida de “As Brumas de Avalon”.
-Mug Ruith – um druida cego que mora na Ilha de Valentia. Ele pode aumentar de tamanho, um sopro seu pode causar tempestades e transforma homens em pedra. Usa uma máscara de pássaro e um chifre de touro. É uma figura mitológica da Irlanda e sem dúvidas um druida muito poderoso. Talvez tanto quanto o Merlin.
-Tlachtga – filha de Ruith e uma duidresa muito poderosa também. Sempre é descrita como companheira de viagem de seu pai. Aprendeu tudo com ele, mas teve um final trágico. Depois de ser estuprada pelos 3 filhos do mago Simon, ela correu para uma colina e deu à luz a trigêmeos (caramba, até nisso os celtas usavam o número 3). Morreu de tristeza e uma fortaleza foi construída sobre teu túmulo para honrá-la. Também é parte da mitologia irlandesa (e você achando um absurdo contarem a lenda do boto cor-de-rosa pras crianças do Brasil…pff!).

Seja como for, não há dúvidas de que os druidas eram não só importantes para a sociedade celta, como também se tornaram figuras épicas que povoam a imaginação nos 4 cantos do mundo. O respeito e admiração por eles está voltando com força nos duas atuais e não é pra menos, né?


Links interessantes:
Artigo brasileiro pela PUC-SP: “As Origens do Neo-Druidismo: Entre Tradição Céltica e Pós-Modernidade”
Druidismo hoje e Druidas no Brasil
Desmestificando os celtas e mais informações sobre druidas
Druid Network


Ficou ainda mais curioso? Então veja o que já publicamos de curioso aqui!

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Curtindo um domingo em família nos anos 50

julho 29, 2014 , , , 0 Comentário(s)

E se o marido assobiar pra alguém, você pode dar umas alfinetadas nele.

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Calor

julho 29, 2014 , 0 Comentário(s)


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A mulher segundo as propagandas

julho 29, 2014 , , , , 0 Comentário(s)

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A rena policial da polícia finlandesa

julho 28, 2014 , , , , 0 Comentário(s)


Porque cachorro é muito mainstream!

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Espero que seja só brincadeira de casinha e não de verdade

julho 28, 2014 , , , , , 0 Comentário(s)


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Polaina de pobre

julho 28, 2014 , , 0 Comentário(s)


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Filmes que eu recomendo #48 – Flores Raras

Ter sucesso não significa necessariamente que você saiba lidar muito bem com qualquer dificuldade. Desequilíbrios emocionais são comuns em pessoas bem sucedidas. O filme da vez é o “Flores raras”.

O ano é 1951. A tímida escritora Elizabeth Bishop viaja de Nova Iorque para o Rio de Janeiro afim de procurar alguma inspiração. Hospedada na casa de sua amiga Mary, se depara com um mundo totalmente novo que é o Brasil e ainda por cima com um estilo de vida que nada lhe é familiar: a homossexualidade. Mary, por sua vez, é companheira de Lota de Macedo Soares, uma arquiteta que busca reconhecimento e anseia por projetos que revolucionem a cidade do Rio. Atormentada pela ideia de que Lota está interessada nela, Elizabeth tenta se afastar, mas logo cai em seus braços. Mary não aceita muito bem a separação, mas se conforma em adotar uma criança e criá-la com Lota e Elizabeth. Apaixonada, agora Elizabeth tem inspiração o suficiente para lhe render o Pulitzer e torná-la mundialmente famosa. Entretanto um velho demônio do passado acaba assombrando-a novamente. Seu vício por álcool piora e seu relacionamento com Lota começa a se desgastar, forçando Elizabeth a fugir de volta para os Estados Unidos. Para piorar tudo, Lota começa a defender a ideia de ditadura militar no país. Será que Elizabeth e Lota finalmente irão deixar seus problemas de lado e ficar juntas em paz? Será que Mary vai suportar essa situação por tempo suficiente? Lota conseguirá realizar seus sonhos diante de uma ditadura extremamente rígida?

A fotografia é maravilhosa, principalmente no que se refere à cidade do interior na qual se situa a casa de Lota. A trilha sonora também não deixa a desejar. Uma coisa legal nesse filme é a interação de atores brasileiros e estrangeiros. Aliás, a Glória Pires está incrível no filme! É uma história envolvente que vale a pena assistir!


Título original: (Flores Raras) - em inglês é conhecido por: Reaching for the Moon
Lançamento: 2012 (Brasil)
Direção: Bruno Barreto
Atores: Glória Pires, Miranda Otto, Tracy Middendorf, Treat Williams, Marcelo Airoldi, Luciana Souza, Tânia Costa, Marianna Mac Nieven
Gênero: Drama/ Romance/ Homo/ Histórico


Quer conhecer outros filmes interessantes e legais? Então acesse a nossa coluna de filmes!

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Blog em recesso: Por que? Quando? Onde? - aviso aos leitores

julho 21, 2014 , , , 0 Comentário(s)

Estivemos conversando...e achamos que está na hora de atualizar o seu blog.
O blog vai fechar? A Liuka morreu? A Liuka está com preguiça de postar? O Narval está processando a Liuka e a Neverland pela falta de plano de carreira? O apocalipse chegou? A Skynet finalmente tomou conta das máquinas do mundo todo?

As respostas são: Não. Não. Mais ou menos. Ainda não, mas não dê ideias a ele! Ainda não também. Espero que não.

Pois bem meus caros, vocês devem ter notado que essa bagaça anda mais parada do que trânsito em horário de rush.

Por que parou, parou por que?
Tivemos que interromper a programação para fazer uma programação. Vou explicar mais adiante.

Programação?
Veja bem: esse blog sempre foi meio bagunçado, confesso, e andando pelas internets lendo as experiências e dicas de outros blogueiros mais experientes percebi que só haveria um jeito de resolver isso. Ideias em post-its, papéis de rascunho, bloco de notas no pc não estavam ajudando o blog a ir pra frente. Principalmente porque ou eu perdia ou esquecia onde tinha colocado/criado. Enfim, chegou a hora de levarmos isso aqui um pouco mais a sério.

E levou todo esse tempo?
Levou porque nem eu e nem a Neverland conseguimos manter contato constante, ou seja, é quase impossível conseguirmos nos falar todos os dias. Claro que eu como dona tenho uma responsabilidade muito maior do que a dela, mas a opinião da Neverland é algo que eu não desprezo por nada desse mundo. Muitas atualizações e ideias aqui vieram daquela cabecinha cheia de fumaça de nicotina, acredite se quiser! Outro problema é que nós não temos 100% de tempo para nos dedicarmos ao blog (nós temos uma vida fora da rede, sabiam?). Como já disse tantas vezes, este blog é um hobby e portanto a última coisa que quero é que ele se torne uma experiência de estresse ao ter que ficar publicando coisas e mais coisas pra tentar agradar alguém que não seja eu mesma. Isso com certeza não só faria a qualidade das postagens cair drasticamente, como também deixaria a pobre mortal que vos escreve mais doida que ela já é.

E qual é o plano agora?
>>Calendário editorial - em primeiro lugar estamos montando um calendário editorial, o que vai pelo menos melhorar a organização das postagens e garantir que na maior parte do tempo o blog se mantenha atualizado. O objetivo é que possamos atualizar praticamente todas as colunas todas as semanas.

>>Plano de emergência - como viram, o blog parou de repente e ficou totalmente desatualizado. Tudo bem, dessa vez nós não tínhamos o plano de emergência, entretanto se algo acontecer o plano de emergência terá que entrar em ação! O objetivo é evitar que o blog pare de vez por um longo tempo. Infelizmente esse plano jamais poderá atualizar todas as colunas, mas se ele conseguir ao menos manter uma ou outra postagem por semana já estaremos no lucro, concorda?

>>Sugestão de postagem - não estamos sem ideias, mas eu senti que precisamos de mais interação com os leitores. Por isso estaremos lançando em breve algum tipo de canal para que vocês possam se comunicar conosco de uma forma mais fácil e que possam dar suas sugestões. Acho importante saber o que vocês querem ver por aqui. Talvez faça uma pesquisa (enquete) de conteúdo também, quem sabe...

>>Novas colunas - a primeira seria sobre coisas úteis. Sim, o U Mad? pode ser cultura também, por que não? De tutoriais a links/softwares/dicas úteis. É o que pretendemos abordar aqui. A segunda não seria exatamente uma coluna, mas mais uma lista. Enfim, seria algo como uma lista de músicas. Toda semana publicaríamos as nossas músicas preferidas. Quem sabe faremos um perfil no SoundCloud posteriormente para vocês acompanharem mais de perto?

>>Outras ideias:
-material exclusivo: estamos pensando em fazer material exclusivo e que vocês possam baixá-lo. Eu sei que o U Mad? não é nenhum blog ultra famoso, mas e daí? Eu achei legal a minha própria ideia (narcisismo mandou um abraço Liuka) de criar um papel de parede do U Mad?, papercrafts/paper toys, calendários editoriais pra baixar, etc.
-vídeos: Talvez a gente finalmente atualize o canal do Youtube do U Mad? com os videos dos tutoriais da coluna que citei acima. Sim, nós temos um, mas ele está "em construção" há uns 2 anos. Eu o criei porque inicialmente ia fazer vídeos engraçados, mas depois fiquei sem tempo, sem paciência, o vegas começou a dar tilt no meu PC e por fim abandonei às traças.
-Twitter: Eu sei que um dos maiores canais de comunicação de blogueiros com leitores curiosamente não é o Blogger, mas o Twitter (ou tuíti se você tiver mais de 50 anos de idade). O blog não tem um porque eu simplesmente acho aquela coisa meio que inútil e não sou muito de me socializar ou expor os fatos da vida, do universo e tudo mais. Entretanto, se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronta! (eu acho...) Digam ao povo que fico farei um perfil no Twitter!
-novos autores e possíveis colunas: Há uns tempos atrás criei uma coluna sobre a França que deveria ter sido administrada pelo Zenom, por um acaso o namorado da Neverland. Por motivos pessoais, ele só conseguiu publicar uma única vez e logo tirei a coluna do ar. Tem uma outra pessoa que é igualmente apaixonada pela França e talvez ela assuma essa responsabilidade. O convite foi feito, mas ela ainda não deu uma resposta certa e por isso não vou prometer nada. Também convidei o Kimi para voltar ao blog e falar sobre tecnologia. Ele publicou uma vez aqui, mas depois alegou que por falta de criatividade tinha parado. Como foi há muito tempo, talvez as cosias tenham melhorado agora. A esperança é a última que morre, certo?
-opinião: Por último, mas não mais importante, talvez eu volte a publicar no antigo "coisas que eu odeio e as pessoas insistem em fazer" que era um nome estupidamente grande pra uma coluna de "opinião" que criei nos primórdios deste blog. Eu literalmente botava a boca no trombone, xingava e desabafava, doa a quem doar doer! Até a Neverland publicou a opinião dela algumas vezes. Aí achei que era babaquice continuar e que provavelmente ganharia um processo nas costas a qualquer momento, então parei.  Bom, pensei que talvez fosse conveniente recriar essa coluna e dar uma maneirada, quem sabe.

Acredito que tudo estará normalizado na semana que vem e espero que a gente consiga já seguir o novo calendário editorial também. Provavelmente farei mais um (ou dois) post sobre as atualizações aprovadas para deixá-los cientes. Se quiser dar a sua sugestão de melhoria, fique à vontade para fazê-lo através do nosso email de contato (link) ou pelos comentários abaixo.

That's all folks!

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18 jogos de PlayStation 2 que você deve pensar duas vezes antes de jogar

julho 13, 2014 , , , , 22 Comentário(s)

 

E vamos continuar o post anterior (se você não viu, clique aqui). Agora vamos falar dos jogos que menos gostei e quero justificar o porque.

Só pra lembrar que esta lista foi feita baseada pelo que eu já joguei e que é a minha opinião. É evidente que você pode não concordar, por isso eu gostaria que você deixasse um comentário sobre jogos que deveriam entrar pra essa lista. E mais uma coisa: a soma dos jogos desta lista com a lista anterior não é o total de jogos que já joguei no PS2, deixei muitos de fora pra não deixar os posts colossais.

Chega de ladainha e vamos ao que interessa:

Black - O objetivo é matar um líder terrorista e pra isso você terá que se meter no meio de uma guerra e depois vai pra uma prisão.
O(s) problema(s): Você já começa mal, levando bala pra tudo quanto é lado! Odeio a mira desse jogo e fora que nunca consigo enxergar os soldados inimigos. Resultado: morro 500 vezes até perder a paciência. Não gostei da história também.


Castlevania: Curse Of Darkness - a noiva do Hector é queimada viva, então ele decide se vingar. Só que ele traiu o Conde Drácula, então já viu o arranca-rabo que se passa na história, né?
O(s) problema(s): não gostei da jogabilidade, apesar de achar a história boa.


Chulip - sem dúvidas o jogo mais bizarro que já joguei na vida! Um garoto se apaixona por uma garota, mas como não sabe beijar direito, decide treinar e aprender com outras pessoas. É isso mesmo que você leu: o jogo consiste em sair beijando desde idosos, até maquinista do trem, fantasmas e um leão dono de uma sauna. Com tanta experiência, ele espera que ela finalmente o queira.
O(s) problema(s): em certa altura do jogo você tem que esperar amanhecer ou anoitecer pra realizar algumas missões e isso pode levar um bom tempo no mundo real. O jogo é fofinho e tal, mas ter que ficar esperando o jogo decidir mudar o horário é um saco! Além disso, o jogo não tem uma lógica muito clara e muitas vezes você perde a missão porque não faz ideia do que tem que fazer a seguir.


Echo Night - é um jogo de terror com uma história única: o seu ônibus espacial caiu na lua, mas só você sobreviveu. Entretanto, para conseguir ajuda, você terá que atravessar uma base lunar assombrada. Pra piorar tudo, parece que todo mundo sumiu do lugar. Uma estranha névoa faz com que os fantasmas fiquem irritados e caberá a você ajudá-los a partir dessa pra uma melhor.
O(s) problema(s): Os fantasmas não te machucam, mas você fica tão assustado quando se aproxima deles que sua vista escurece e tem um infarto!hahaha É sério! Fora que o personagem usa um capacete de astronauta, o que limita a sua visão da tela. Por fim, a coisa mais chata é que você anda muito devagar e quando corre, perde fácil o fôlego e começa a andar devagar de novo. Isso tudo torna o jogo um pouco maçante.


Final Fantasy VII: Dirge Of Cerberus -  Vicent Valentine e seus amigos lutam contra os DG Soldiers que são liderados pelos Tsviests. Os Tsviests por sua vez querem invocar o Omega, uma arma poderosa que pode destruir o planeta inteiro.Vincent terá que detê-los a todo custo.
O(s) problema(s): a mira, a maldita mira! P*rra, custava ter deixado o sistema de lutas tradicional? Ter que ficar atirando com aquele joystick é um martírio! Os personagens e a história são legais e tal, mas a jogabilidade é um terror pra mim!


Harvest Moon: A Wonderful Life - é um jogo fofo e com gráficos bem feitos. O legal é que dá pra montar a sua própria fazenda, constituir uma família, bancar o arqueólogo, encher a cara num boteco e virar camelô vendedor ambulante para ganhar dinheiro com os produtos da sua fazenda.
O(s) problema(s): O problema é que o jogo não te fala exatamente o que fazer. Passei a jogá-lo como uma louca e depois percebi que o jogo não se desenrolava. Pesquisei pelo detonado e tcharam: você tem que casar, crescer e tudo mais. Custava ter botado um mini tutorial ou algum personagem dando indireta? Outro problema foi manter o personagem principal equilibrado. Cara, não dá tempo de arranjar comida, se divertir, namorar e de administrar a fazenda ao mesmo tempo! Coitado do meu cachorro, ficava sem comer por vários dias!uashasu Não dá tempo de alimentá-lo e treiná-lo. E outra coisa: regar a sua plantação é tão complicado que logo você perde a energia e tem que ficar comendo e comendo toda hora. Você ainda tem que dormir 7 da noite pra acorda 5 ou 6 da manhã, senão ele acorda tarde e aí você perde o dia. Achei as bebidas do boteco caríssimas e é um saco ficar paquerando as meninas, elas me ignoram pra valer! (friendzone level máximo) Fiquei p*ta com o mendigo assaltando o meu freezer e levando os meus 6 peixes detentores do recorde de maior peixe pescado (deu tanto trabalho pegá-los e planejava ganhar uma grana preta com eles...). Se ele ao menos levasse 1, mas não, levou os 6! Ah, sem falar que eu tive que fazer uma tabela com todas as sementes e em que estação elas crescem, porque algumas não crescem no inverno por exemplo e você perde tempo e dinheiro plantando pra maldita morrer logo. É trabalho demais pra uma coisa que deveria ser puro entretenimento, francamente.


Hulk - sim, é o monstro verde mais famoso dos quadrinhos. Bruce Banner se contamina com radiação gama e se transforma em Hulk toda vez que se irrita. O Professor Crawford tenta ajudá-lo com um gamma orb. Entretanto, Bruce terá que ficar de olho em quem confia porque nem tudo é o que parece.
O(s) problema(s): se torna maçante ter que ficar dando porrada, pulando e destruindo tudo o tempo todo. Seria ótimo pra relaxar se não fosse por tanques de guerra, helicópteros militares e mais uma cacetada de policiais atirando balas e mísseis em mim o tempo todo. Quanto mais você destrói, mais deles aparecem. A jogabilidade é ótima, mas acho que o enredo da história é confuso e muito chato.


Indiana Jones: Tomb’s Emperror - o Indiana Jones tem que pegar um artefato da tumba do imperador, mas encontrará em seu caminho gente que chegou bem antes dele e que não tem boas intenções.
O(s) problema(s): achei que seria um jogo animado e bem divertido, só que não. Tem uma história bem legal e gráficos bons, mas achei muito parado. A jogabilidade é contestável: começa bem e depois se torna um pesadelo pular, matar inimigos ou nadar pra longe dos crocodilos. A mira até que é boa, mas os inimigos são rápidos no gatilho. Enfim, não atendeu as minhas expectativas.


Leisure Suit Larry: Magna Cum Laude - O jogo conta a história de Larry Lovage, o sobrinho do Larry Laffer que era um pegador de mulheres. O caso é que o Larry vai pra faculdade só pra pegar as menininhas. Você pode ficar bêbado, vomitar, fazer xixi em qualquer coisa, tirar fotos constrangedoras dos outros, mas o grande lance é fazer o Larry dormir com as garotas. Pra isso você tem que mentir e enganá-las a ponto de que elas se "derretam" por ele e finalmente liberem geral.
O(s) problema(s): ouvi falar tanto desse jogo e posterguei por meses a hora em que o jogaria, afinal é um jogo pra adultos, entende? O problema disso? Não, não sou puritana, mas não sou fã de pornô não. Enfim, no final do ano passado, num momento de tédio brutal, resolvi jogá-lo. Achei que seria algo bem pornô, mas na verdade é um jogo ultra machista e ridiculamente estereotipado. Talvez essa fosse a graça do jogo pros criadores, mas pra mim foi patético. Quanto à jogabilidade: o problema é que além das sátiras idiotas, ainda tem a questão dos medidores de estima e o quanto se está bêbado. Se a estima estiver baixa, é um saco pra fazê-la voltar a níveis em que o Larry possa continuar a história, em compensação é fácil deixá-la a zero e consequentemente deixá-lo depressivo! Ele fica bêbado com facilidade, o que também atrapalha o desenrolar da história. Agora o que mais me irritou mesmo foi que qualquer errinho besta nas missões já consome toda a sua estima e te queima com a garota de uma maneira que fazê-la gostar novamente de você é missão quase impossível! Eu detonei esse jogo, mas custou.


Lord Of The Rings: Return Of The King - é a mesma história do 3º filme da trilogia do Senhor dos Anéis, onde o Aragorn tem que salvar a pátria e o Frodo se frode corre pra destruir o anel.
O(s) problema(s): na maioria das vezes é uma má ideia jogar algo inspirado num filme e esse jogo ilustra bem essa situação. Não tanto pelo enredo, mas pela jogabilidade. Como ganhei esse jogo de outra pessoa e nunca joguei os 2 anteriores, então não sei falar deles. Agora esse terceiro e último eu joguei as 2 primeiras fases e desisti. Não tem como lutar com aquela cacetada de Orcs, nem lidar com projéteis que eles lançam. Se você não tinha tendinite, com esse jogo terá!


Magic Pengel: The Quest For Color -  Você acorda no quintal da Zoe que é louca pra batalhar na arena principal. O rei do lugar é corrupto e persegue Zoe e o irmão dela, então você terá que ajudá-los. Daí você ganha uma Magic Pengel, uma aquarela mágica, e pode criar seus próprios monstrinhos. Cada cor dá uma habilidade ao bicho e dependendo da complexidade do desenho, ele também pode ser mais forte e poderoso.
O(s) problema(s): esse jogo tinha tudo pra dar certo, mas tem certas características que o tornam uma má ideia pra jogar! As batalhas são bem interessantes e me lembraram a época de Pokémon, afinal você cria alguns monstrinhos e quando um morre, o outro assume a batalha e a continua. O problema é que já na segunda batalha é impossível vencer. Você treina e treina, mas parece que os seus monstrinhos nunca evoluem o suficiente! Fora que o cara da segunda batalha tem vários monstrinhos fortes. É ridículo. Desenhar é outro problema, afinal o joystick não te dá muita precisão. As cores são limitadas, então você se frustra fácil ao tentar desenhar algo realmente legal.


Mister Mosquito - é um jogo até engraçado, principalmente porque você encarna um mosquito que tenta picar uma família inteira. Irritados, eles tentam te deter a todo custo com inseticida, jornal dobrado, tapas e até lutas ninja!
O(s) problema(s): O problema é a jogabilidade. Meu Deus, que terror! Eu demorei um tempo pra me acostumar com os controles de voo. As curvas são um problema enorme, pois ele só faz curvas muito abertas e às vezes você precisa de curvas fechadas. Outro defeito é que frear é impossível e constantemente o seu mosquitinho dá de cara com a parede ou os móveis. A boa notícia é que você provavelmente vai se familiarizar com as situações vividas no jogo, principalmente na época de verão!hahaha E só mais um detalhe: a dublagem é um desastre.


Obscure II: The Aftermath - falei do primeiro no post anterior, mas agora é hora de justificar por que não gostei do segundo. Nesse segundo game, universitários descobrem uma planta estranha e tem a santa ideia de usar pra fumar (você descobre uma planta estranha e resolve fumá-la...claro que isso daria certo, né?). Acabam infectados e o caos começa. Agora os que sobreviveram da outra vez terão que se unir pra ajudar a acabar com a nova infestação da praga. O problema é que esses sobreviventes estão infectados também.
O(s) problema(s):  A história é chata, parece aqueles filmes de terror adolescente, sabe? Muito drama, pouco terror e missões bem chatas de fazer (principalmente a do cemitério). Fora que achei os cenários meio confusos.


Red Dead Revolver - Você é o Red, um cowboy que perdeu tragicamente os pais numa chacina. Agora que ele cresceu, é um caçador de recompensas. Durante uma missão, ele descobre o responsável por dar a ordem de matar seus pais. É hora de se vingar!
O(s) problema(s): outro título que pra mim tinha tudo pra ser um jogaço, mas a maldita mira novamente foi um problema. É, eu sei o que você deve estar pensando: por que diabos você ainda joga esse tipo de jogo? Pra mim a esperança é a última que morre. Outro ponto que me incomodou é que os malditos bandidos se movimentam muito rápido e que em certas missões é tanta bala pra tudo quanto é lado que você nem tem chance de escapar. É morte certa! De resto, é um bom jogo.


RPG Maker 3 - sempre fui apaixonada por essa linha de softwares que servem pra criar seu próprio jogo de RPG. Quando fiquei sabendo que tinha a versão pra PS2, corri para baixar.
 O(s) problema(s): Eis que me deparo com algo maçante e que não podia ficar nem meia hora nele que já me dava sono. Além do mais, se você nunca mexeu no RPG Maker pra PC, então não vai saber mexer no PS2. Eu, que há anos crio jogos pelo PC, penei bastante pra encontrar as opções e controles de criação no PS2. É bem confuso e chato de mexer. Achei limitado demais. Sei que não dá pra ter a quantidade de recursos da versão pra PC, mas eles podiam ter colocado mais coisas né? Fora que tem uns recursos bem mal feitos, francamente.


Test Drive Unlimited - o cenário do jogo é Oahu, no Havaí, e você é um ricaço que adora andar em carros luxuosos. Entrar no mundo da corrida é algo que você almeja e facilmente consegue.
O(s) problema(s): O segundo jogo de corrida que joguei na minha vida foi o Test Drive 4 pra PC (o primeiro foi Mario Kart no SNES). Como eu adorava a série do Test Drive, principalmente pela trilha sonora que sempre foi incrível e bem diferente dos outros jogos, achei que seria uma boa ideia ter um pra PS2 também. A decepção foi tamanha que o DVD está largado num canto há anos! Os gráficos são bem legais.  O problema é que dirigir um carro nesse jogo é impossível. Ele não faz curvas, não derrapa, simplesmente continua em linha reta e o freio é um desastre. Os carros comuns, afinal você disputa em ruas comuns no meio do tráfego, te sacaneiam e te empurram pra fora da pista! Não tem bloqueios nas pistas na hora da corrida como tem no Need For Speed, então você sabe por onde tem que ir por um GPS. Só que ele te fala atrasado as coordenadas. Nunca vi isso!uashausahs Você faz a curva e ele diz 3 segundos depois que tinha que ir reto...como eu ia saber, poxa vida? Enfim, a boa notícia é que a trilha sonora é boa. Bom, pelo menos isso não mudou na série Test Drive.


Tomb Raider Underworld - Lara percorre um monte de mundos antigos e abandonados em busca do martelo de Thor. Com ele em mãos, ela finalmente poderá encontrar o paradeiro de sua mãe.
O(s) problema(s): 2 problemas nesse jogo: é ilógico, ou seja, você tem que penar pra entender o que o jogo quer que você faça. Demorei mais pra saber qual a missão do que em realizá-la de verdade. Esse jogo é a continuação do título Legend e eu só fui descobrir isso há pouco tempo, por isso não estava entendendo nada da história. Agora onde é que tem falando que é a continuação do Legend? Só na Wikipédia, mas eu nem me toquei de que era uma continuação até avançar em certas partes do jogo em que comecei a perceber que estava boiando na história.


Ultimate Spiderman - você pode jogar com o homem-aranha ou com o Venom e enfrentar os mais variados inimigos. É bem parecido com os quadrinhos originais.
O(s) problema(s):  não há muito pra se dizer sobre este jogo. Não tem nada de espetacular. É só o homem-aranha se pendurando por aí em teias. Já não bastasse a história chata, a jogabilidade também é um problema. Conforme você ganha velocidade, fica bem difícil conseguir lançar as teias.


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