Mostrando postagens com marcador brinquedo. Mostrar todas as postagens

Bebê do mau humor


MadCurioso: os piores brindes do fast food


Quem nunca morreu de felicidade quando criança depois que ia no Mc Donald’s e voltava com um brinquedo do Mc Lanche Feliz? Aqui no Brasil eles parecem ter acertado em quase todas as coleções já lançadas, o único problema talvez tenha sido uma época tenebrosa em que insistiam em lançar coisas da Hello Kitty e dos Transformers por quase um ano inteiro, mas no final era tudo muito bem recebido pelo público. Entretanto a história muda quando se trata dos Estados Unidos. Alguns brindes das maiores redes de fast food simplesmente nos fazem questionar quão mentalmente saudáveis são as pessoas que trabalham nessas empresas. E só pra lembrar: esses brindes são das redes americanas e não brasileiras. Eis aqui uma coleção de bizarrices:
.

Fitness com o Michael Jordan - Em 1991, o Mc Donalds lançou uma linha de brindes com o Michael Jordan, na época um dos melhores atletas do mundo e também um dos mais famosos (vide Space Jam). A linha “Michael Jordan Fitness Fun” (Exercícios divertidos com o Michael Jordan, numa tradução porca) incluía uma corda de pular, uma garrafinha de água, umas bolas de fofinhas pequenas demais pra realizar qualquer exercício, um frisbee com a cara do atleta e, acredite se quiser, um cronômetro. Imagina a cara de uma criança de 3 anos de idade ao descobrir que ganhou um cronômetro.


Pedômetro da saúde – o Mc também chegou a lançar um pedômetro, que nada mais é do que um aparelhinho minúsculo que conta quantos passos você deu numa caminhada ou corrida. Teoricamente é ótimo pra melhorar a sua performance no esporte, mas pra uma criança isso é útil pra que? A caixinha ainda incluía um potinho de salada, uma garrafinha de água e um livro com exercícios. E eles não desistiram da ideia! Recentemente refizeram o pedômetro e o botaram numa pulseira, de forma que parecesse um relógio. O problema é que a tal pulseira estava dando alergia nas crianças e o Mc teve que recolher das lojas.


Os livrinhos da saúde – o Mc Donald’s resolveu lançar uma linha de 4 livrinhos sobre saúde para as crianças, entre eles tinha a história de um pequeno dinossauro chamada Deana que tinha crescido bastante porque comia direito. Sem brinquedos, só livrinhos educativos pra ensinar sobre calorias à crianças e...tédio absoluto. Claro que parece hipocrisia minha, mas a maioria das crianças realmente esperava ganhar um brinquedo e não livros, o que tornou este um dos brindes menos populares da rede.


Boa higiene – mas nem só de exercícios se constrói uma boa saúde. Você também tem que se manter limpo, por isso a rede White Castle lançou uma linha de produtos de higiene do Mc Hammer lá nos anos 80 (quem lembra dessa figura?). O kit incluía uma escova de dentes, um creme dental, uma esponja e um sabonete. O Mc Donald’s chegou a lançar também um brinde com um creme dental da Colgate. Se for parar pra pensar até que não é uma má ideia, mas pra um brinde de uma rede de fast food...julgue por si mesmo!


Água-viva meio morta – embora muitos sites divulguem que era do “Procurando Nemo”, a verdade é que este brinquedo é uma água-viva do filme “O espanta tubarões”. Além do formato fálico, parece que a água-viva está mergulhada no "ácido" também, se é que vocês me entendem. Certamente um dos brindes mais controversos.

Poster da amargura – em 1985 o filme do “ET” era sucesso absoluto! O brinde então só podia ser algo relacionado e foi: 4 pequenos pôsteres com a figura do ET. E só isso mesmo.


O aeroporto de baixo custo – a ideia parecia ser boa: aviões e helicópteros com os personagens da turma do Ronald Mc Donald. A execução, porém...talvez tenham sido os brinquedos mais fajutos que o Mc já distribuiu. Peças de plástico de uma cor só (horríveis por sinal), cheias de rebarbas, enfim...um desastre!


Estêncil pra que te quero – houve uma época, lá nos anos 80 e 90, que o estêncil era moda. Eis que a rede Wendy’s resolveu se aproveitar disso e lançar uma linha de estêncis divertidos. Entre formas de batata frita, hambúrguer, sorvete e refrigerante, havia também uma caneta (ou lapiseira, não sei) de picles e borrachas de molho e hambúrguer. Tudo podia ser guardado num estojinho de plástico. Parece divertido, mas não é porque você provavelmente teria que ir no restaurante várias vezes pra conseguir o kit todo. O Mc chegou a lançar algo parecido, mas os estêncis eram bem mais completos e menos difíceis de conseguir.

 

Mp3 do inferno – o Ídolos fez sucesso aqui, mas fez ainda mais sucesso nos Estados Unidos e por isso em 2007 o Mc Donald’s lançou uma linha de brindes com esse tema. Você podia ganhar um óculos escuro, um microfone que gravava a sua voz e reproduzia como se mil cabras com gripe gritassem enquanto estivessem sendo chicoteadas até a morte, uma pistola de palmas, uma guitarrinha e um headset (que eu não descobri o que faziam) e o mais famoso foi o MP3 de mentira que tocava 20 segundos da música tema do programa várias e várias vezes, o que quase deixou os pais loucos! E só pra constar: os apresentadores e produtores do programa detestaram esses brindes. Aqui no Brasil teve algo parecido com a linha “Viva a música”, mas era um pouco melhor produzida.


Robôs impossíveis – os Popoids de 1984 pareciam uma ótima ideia: pequenas peças de plástico que se uniam da forma que você quisesse e eram infinitas as possibilidades de criação. Quase um Lego, mas mais complexo. Mas como um brinde tão incrível poderia ser tão desgraçado de falho? Bom, você recebia apenas três peças por lanche, então teoricamente teria que ir várias e várias vezes por semana na rede pra conseguir pelo menos montar um bonequinho legalzinho e se tivesse sorte de tirar alguma peça interessante, do contrário acabaria com um protótipo de encanamento mal feito e maluco.


Karaokê – uma febre nos anos 90 e começo dos 2000, o karaokê parece tentar persistir de alguma forma até hoje, mas não tem nem 1/3 do sucesso de antes. Mesmo assim, em 2010 a rede Wendy’s lançou uma coleção de CD’s de karaokê. O problema? Poucas pessoas ainda usam CD atualmente e havia a música “Last Dance” da Donna Summers que tinha a seguinte frase na letra: “I’m so horny” (estou com muito tesão, em tradução porca também). Obviamente os pais ficaram furiosos e a rede teve que tirar rapidinho das lojas. Isso porque era um karaokê pra toda família, imagina se não fosse!


O disquinho do tédio – aproveitando a onda do filme “Happy Feet”, o Burger King lançou um brinquedo que parecia um iceberg e no centro havia um dispositivo com um adesivo colado do simpático pinguinzinho Mano. Bastava você girar e a musiquinha do desenho tocava. Se girasse rápido, ela tocava rápido e se fosse o contrário, ela tocaria bem devagar. Era só isso. Um brinquedo chato e barato.


Os baldes da decepção – o Mc Donald’s decidiu lançar uma pequena linha de baldinhos do dia das bruxas. O brinde em si era bem legal, contando com baldes temáticos de monstros e abóboras. E eles podiam ser muito úteis aos americanos, já que por lá a criançada sai pelas ruas pedindo doces e os baldinhos viriam a calhar pra carregar toda a porcariada que só a indústria alimentícia pode nos oferecer e ferrar com a nossa diabetes e colesterol, além de dar cáries. O problema é que os baldes foram lançados SEIS meses antes do dia das bruxas. Sem contar que as crianças esperavam abrir os baldes e encontrar algo delicioso lá dentro ou algum brinquedo, mas na verdade só tinha um grande nada os esperando. Me pergunto quantos baldes desses realmente foram utilizados no dia das bruxas (se é que algum não foi destruído no meio do caminho).


Brindes do 4º reich – a rede sueca de fast food Frasses ofereceu uma folha de tatuagens temporárias (como aquelas de chiclete) às crianças. Estaria tudo bem se não fosse por uma bela suástica no meio das imagens de animais e desenhos tribais. A rede pediu desculpas, recolheu tudo e botou a culpa na empresa chinesa, dizendo que se enganaram ao criarem as tatuagens. Será que nada passa por supervisão nessa rede?


A luvinha mortal – os personagens da turma do Ronald Mc Donald sempre pareceram tão divertidos que o Mc resolveu lançar uma linha de luvas com eles. O problema é que as luvas eram de plástico e bem mal feitas. Eu mesma me lembro de ter uma dessas com o Ronald estampado, só não lembro se tirei numa loja do Brasil ou se algum parente trouxe de outro país. Entretanto o brinquedo não parece ser nada seguro pra uma criança pequena, concorda? E, convenhamos, que brinquedo barato hein Mc!


O pior pesadelo dos pais – em meados dos anos 80, o Mc Donald’s e a Play-Doh (a empresa de massinhas de modelar) se juntaram pra fazer um kit com a lanchonete do Mc, onde você podia fazer os lanches de massinha e toda a parafernália do fast food. Pra promover esse brinquedo, o Mc distribuiu pequenos potes de massinha Play-Doh para crianças. E bota pequenos nisso, pois a quantidade de massinha que vinha era equivalente ao tamanho de um nugget (e devia ser mais saudável pra comer, se duvidar!hahaha). Pra piorar tudo, o brinde era dado somente a quem comprava no drive-thru, ou seja, imagine a alegria dos pais ao saberem que seus filhos estariam brincando com massinha no banco de trás dos seus carros.


O último mestre das bolas – funcionários do Mc Donald’s postaram uma foto de parte do brinquedo inspirado no filme “O último mestre do ar”. Supostamente deveriam ser bolas de fogo, mas na verdade parece outra coisa. Pra quem ainda não entendeu: essas bolas complementariam o brinquedo da água-viva!hehe


3D do tédio – aproveitando o lançamento do filme “Uma noite no museu 3”, uma rede de fast foods americana lançou um brinde que incluía umas imagens em 3D e um óculos para ver as imagens do filme. Há uns anos atrás lembro que fizeram algo semelhante no Brasil com o filme “Atlantis, o reino perdido”, onde o Mc lançou uma coleção de revistinhas com imagens em 3D do filme e um óculos bem fajuto de papel pra ver as imagens. Acho que nunca fiquei tão decepcionada com o Mc.


Lembranças aos amigos – quando as cartas ainda estavam em alta e os e-mails eram só uma utopia generalizada, o Mc lançou uma linha de papéis de carta e cartões-postais com os personagens e emblemas da empresa. Não era algo muito divertido, convenhamos. Sem contar que o Ronald parecia meio dopado nos cartões-postais.


Cócegas sensuais – nos anos 70, o Mc Donald’s lançou os “tickle feathers” (penas das cosquinhas) que eram pequenas penas de espuma para fazer cócegas nos outros. Na época, a rede procurava brindes baratos para dar aos clientes e este foi um dos escolhidos. Mas o mais bizarro não é o brinquedo e sim a recepção que teve: as pessoas acharam que era algo devasso demais ficar fazendo cócegas nos outros, algo sensual que não combina com crianças. WTF ESTADOS UNIDOS???


Máscaras do mal – várias vezes o Mc lançou máscaras do Ronald McDonald. Porém, algumas das versões mais antigas dessas máscaras eram bizarras demais! Não é à toa que muita gente tem coulrofobia.


Minions mal educados – em 2015 o Mc lançou os bonecos dos Minions para promover o filme “Meu malvado favorito 2”. Quando você chacoalha os bonecos, eles soltam frases e os pais começaram a perceber que algumas delas tinham palavrões no meio. Eu já suspeitava que eles nos xingassem o filme todo!hehe De qualquer forma, parece ser mais um caso de pareidolia do que realmente sacanagem do Mc. Neste vídeo ele parece falar “fuck you” (f*da-se), mas não é exatamente isso. O Mc apenas disse que essa era a língua deles e que tinham certeza absoluta de que não estavam falando nenhuma obscenidade. Já os pais não concordaram e lotaram a internet de vídeos com os minions mal educados. Estaria o Mc nos sacaneando?


Marcadores da tristeza – como sabemos, o Mc adora se juntar a outras marcas, assim as duas ganham popularidade. Uma delas foi a Crayola, uma famosa marca de canetinhas e giz de cera americana. Na ocasião você ganhava apenas um marcador de textos e nada mais. Na caixa do Mc Lanche havia um caça-palavras de 3 palavras e é isso. Se quisesse fazer a coleção, então teria que ir apenas 3 vezes ao restaurante, assim você conseguiria as únicas 3 cores: vermelho, verde e laranja. Agora me diz: o que uma criança supostamente deveria fazer com um marcador de textos? Se nem pra desenhar ele presta.


Lobo mau do mal – lá nos Estados Unidos é comum o Mc dar brindes com os personagens da Madame Alexander, uma marca de bonecas mundialmente famosa. Aqui no Brasil eles também já lançaram uma coleção com os bonecos. O caso é que em 2010, foi lançada uma coleção que tinha alguns personagens de contos-de-fadas como uma boneca de lobo mau vestida de vovozinha. O problema é que ela era tão assustadora que as crianças tinham medo e se recusavam a brincar. Olhe a imagem e imagine se quer uma dessas no seu quarto à noite.


Você lembra de alguma coleção de péssimo gosto ou mal feita de alguma rede de fast food do Brasil? Diga-nos nos comentários!


Ficou ainda mais curioso(a)? Então veja o que já publicamos de curioso aqui!

57 anos de evolução da Barbie

Grande parte das meninas já teve uma Barbie. Da mais simples com um vestidinho e sapatinhos de plástico às cheias de acessórios, animaizinhos ou com família. Eu tive pelo menos umas 7 delas, incluindo uma que era a Branca Neve, uma noiva e uma pediatra. O resto eram Barbies simples e uma que vinha com uns malditos plastiquinhos pra botar no cabelo que depois eram um parto pra tirar! Ah e tive um Ken só também. É, o lesbianismo começou cedo!hahaha (quem nunca casou duas Barbies?hahaha). Mas antes de eu ter as minhas a partir de 1994, a Barbie já era um brinquedo muito popular no mundo todo há décadas atrás (surgiu em 1959). Em seus 57 anos de existência, essa boneca mudou drasticamente e tentou, de uma forma ou de outra, acompanhar a evolução da sociedade ao seu redor. De uma simples dondoca, bela, recatada e do lar, ela se tornou a rainha das profissões, uma boneca que inspirou as garotinhas a seguirem carreiras e a serem independentes de forma indireta. Claro que ela ainda é uma boneca que traz uma visão errada sobre a aparência, mas, convenhamos, é super divertido brincar de médica com ela ou criar mil histórias com a família dela. Seja como for, é um brinquedo ainda é um ícone e faz a alegria da criançada.

Confira a seguir essa fantástica evolução da Barbie:







MadCurioso: Os brinquedos mais controversos já lançados


Brinquedos sempre foram uma imitação da vida real. Isso não quer dizer que muitos deles tenham que ser tão fiéis assim ou tão perturbadores. Aí vai uma lista dos brinquedos mais insólitos já lançados:

Cabbage Patch Snack Time - com uma cabeça já bizarra, a Mattel lançou uma versão que comia comidinhas de plástico. O problema é que qualquer coisa que ativasse o sensor fazia a boca se mexer, inclusive os pequenos dedos e cabelos das crianças.  Ela ela não parava enquanto sua boca não estivesse vazia! Pra piorar a situação, não tinha um botão de desligar na boneca. Por fim a Mattel recebeu tantas reclamações que acabou parando de produzir a boneca e agora só existem as versões tradicionais, ou seja, sem motores de comilança!


Gilbert Atomic Energy Lab - em meados de 1950 um brinquedo estourou em sucesso. Era o Gilbert Atomic Energy Lab ou em tradução livre: Laboratório Gilbert de Energia Atômica. O brinquedo seria incrível se não fosse pelo fato de que continha várias amostras de material radioativo, inclusive uma amostra do altamente radioativo urânio 238 e até mesmo um geiger-muller, que nada mais é do que um medidor de radiação. Foi considerado um dos brinquedos mais perigosos do mundo e chegava a custar 49 dólares. Como na época a população em geral não tinha consciência do que era de fato a radiação, somente depois de 1 ano o brinquedo finalmente foi banido. Agora imagina quantos moleques da época não brincaram com o urânio, espalharam pela casa e comeram? Depois vocês acham que a Coca-Cola é que dá câncer né?


Nuclear War - a guerra fria tinha acabado de começar e um jogo de cartas macabro veio à tona. Era o Nuclear War ou Guerra Nuclear. O objetivo era literalmente "varrer" tudo do seu caminho com cartas de bombas atômicas. O curioso é que o jogo não tem vencedores, já que tudo é destruído com as bombas. Vai entender quem bolou essa coisa psicopata...


Bailarina voadora - essa boneca from hell possuía asas macias que se tornavam muito sólidas quando giravam numa velocidade nada segura. Resultado: cerca de 150 crianças acabaram indo parar no hospital por serem atingidas pela boneca. Algumas acabaram sendo atingidas nos olhos, riscando as córneas e ficando temporariamente cegas. Outras acabaram com dentes quebrados, cortes no rosto e até mesmo ossos quebrados porque ficavam assustadas e fugiam do brinquedo que as "perseguia". A fábrica não teve outra escolha senão fazer um recall de mais de 9 milhões de bonecas.


Pulseira bate-enrola - essa é famosa no Brasil e continua sendo comercializada, mas no final da década de 80 e no começo da de 90 elas eram um verdadeiro sucesso! O problema é que pulseiras de má qualidade também começaram a aparecer no mercado, porém o péssimo material logo se deteriorava depois das milhares de vezes que a criançada esticava e batia nos pulsos a famigerada pulseira. Com isso, o miolo de metal ficava exposto chegando a cortar a pele das crianças e as expondo ao risco de tétano. Nos Estados Unidos elas acabaram sendo banidas, mas no Brasil a história é outra.


Dardos de gramado Jarts - dardos gigantes (30cm) com pontas de metal que eram lançados dentro de um círculo no gramado. O que poderia dar errado? Depois da morte de 3 crianças atingidas pelos dardos na década de 80 e 90, o fabricante os tirou das prateleiras e até hoje são proibidos nos Estados Unidos e Canadá. Ainda é vendido em alguns países pelo mundo.

Crianças ao lado do alvo: péssima ideia pra uma ilustração.

O bebê grávido - não, você não leu errado. O "Baby's First Baby" nada mais era do que uma boneca que tinha o formato de um bebê e que, pasme, estava grávida! Mas a bizarrice não para por aí porque o bebê do bebê também estava grávido! Como? Eu não faço ideia e prefiro continuar a não fazer. Considerado inapropriado para a criançada, a boneca logo foi retirada das prateleiras. Que tipo de ser humano cria uma coisa dessas afinal?


Barbie grávida - que a Barbie imita a vida real todo mundo já sabe, mas precisa de limites. O problema é que a Barbie teoricamente é uma adolescente, portanto não seria legal que as crianças achassem que ficar grávida era divertido. A barriga desencaixava como uma tampa e lá estava um pequeno bebê. Meio perturbador também, pra falar a verdade. A boneca acabou saindo das prateleiras.


Creepy Crawlers - no Brasil é conhecido como "Fábrica de monstros", mas apesar de não ser popular aqui, é popular nos EUA. O jogo consiste em você montar seu próprio monstro ou inseto nojento. O problema é que um dos jogos antigos tinha um forninho para derreter o plástico nas formas e este elevava demais as temperaturas. Nem preciso dizer que muitas crianças se queimaram feio com o brinquedinho né? Hoje eles modernizaram e as temperaturas são bem mais baixas, entretanto a criançada não está 100% segura (a presença dos adultos durante a brincadeira é altamente recomendada), mas também não vai ganhar uma queimadura de 3º grau nos dedos ou na boca.


Esferas magnéticas - são um brinquedo genial, mas eu diria que servem só pra adultos e você já vai entender o por que. As esferas feitas de material magnético se conectam e você pode construir esculturas diversas. O problema é que quando isso cai na mão de uma criança o resultado pode ser muito desastroso. As crianças engolem as pequenas bolas e como há muitas, dificilmente os pais percebem no começo. As bolinhas magnéticas circulam pelo sistema digestivo e acabam se atraindo lá dentro mesmo, grudando e rasgando órgãos, intoxicando o sangue e causando morte no pior dos casos. Casos de adolescentes que foram parar no hospital também não são incomuns. Os "gênios" usam as bolinhas para imitar piercings na boca e acabam engolindo-as. Portanto deixe o brinquedo ser usado só por adultos, ok? (ou não, dependendo do adulto)


Pistola Austin - a "Austin Magic Pistol" era uma arminha de brinquedo da década de 40 para lançar bolinhas de pingue-pongue. Tudo bem até aí se não fosse pelo fato de que essa coisa usava uma mistura de produtos químicos e água afim de gerar combustão para lançar a bolinha, que resultava num arremesso de primeira e depois uma pequena coluna de fogo surgia de dentro do cano da arma. Muitas crianças sofreram queimaduras graves e se machucaram ao serem atingidas pelas bolinhas, sem contar que também causaram danos ao patrimônio.


Bolinhas de gel - aqui no Brasil são usadas apenas para decoração, mas lá nos Estados Unidos por algum motivo eles acham conveniente dar isso pras crianças. Uma bolinha de gel que suga a água e aumenta de tamanho é o maior pesadelo dos pais das crianças e dos médicos, principalmente porque a molecada adora engolir essas coisas. Muitas tiveram que fazer cirurgias para remover as bolinhas que não paravam de crescer em seus intestinos e estômagos, causando vômitos e desidratação. O pior de tudo é que se o seu filho engolir uma coisa dessas, o raio-x não vai detectar e serão necessários exames mais caros e complexos. E se você pensa que a situação não poderia piorar, saiba que algumas crianças não só se contentaram em engolir as bolinhas de gel como também engoliram o "pó do crescimento" que ajudava as bolas a duplicarem de tamanho com mais facilidade.


Bóias para crianças - é comum a gente usar aquelas boias coloridas e divertidas pra deixar a criançada menor curtindo a piscina. Muitos as veem como equipamentos simples de segurança pra não deixar os pequenos se afogarem. Entretanto, os pais que adquiriram boias da marca "Aqua Leisure" não tiveram tanta sorte. Um defeito de fábrica fez com que vários tipos de boias deles rasgassem com extrema facilidade, acabando com a brincadeira de todo mundo. Nem milhares de reclamações e uma multa de mais de 650mil dólares conseguiu obrigar o fabricante a tirar o produto das prateleiras. A justificativa do fabricante? Nenhuma criança tinha se afogado ainda. Ainda.


Bolinhas bate-bate - também conhecido como bolimbolacho (quem deu esse nome bizarro???). Lembro de quando era bem pequena na década de 90 e as crianças mais velhas tinham essas bolinhas que faziam um barulho chato pra caramba na minha rua (nessa época eu ainda morava numa rua que dava pra brincar, depois mudei pra uma casa numa rua super agitada e isso se tornou impossível). Minha mãe não deixava eu ter e hoje sei porque. Bom, qualquer um dessa época certamente se lembra da polêmica de que mãos e dedos fraturados eram comuns, inclusive o brinquedo ganhou o nome de "quebra-dedo". O caso é que até a década de 90 as bolinhas eram feitas de ferro ou cerâmica (essas são proibidas no Brasil até hoje), mas na minha época já eram de plástico bem duro. Hoje são feitas de plástico ou borracha. Elas até ameaçaram voltar, mas os "quebra-dedos" logo mostraram que não são brinquedos legais de se ter.


Splash Blaster Hydro Rocket - o lançador de foguetes que usava a pressão da água se tornou um verdadeiro pesadelo pro fabricante. Diversas reclamações diziam que o foguete simplesmente explodia antes mesmo de ser lançado ou que explodia no ar com certa violência. Também foram relatados casos de crianças atingidas pelos foguetes e de danos aos patrimônios porque a trajetória do "projétil" mudava sem razão aparente.


Kit de investigação do CSI - quem não gostaria de brincar de detetive como os personagens da série CSI? O tal kit foi lançado com uma série de ferramentas como luvas de borracha, lupa, pinça e até mesmo luz ultravioleta. Mas o problema é que descobriu-se depois de um tempo que o pó usado para revelar digitais continha 7% de tremolite, um derivado do amianto que é extremamente tóxico e que pode causar câncer de pulmão num único contato. Crianças espalhando e soprando um pó altamente cancerígeno pela casa afim de achar digitais nas janelas, maçanetas, vasos, etc...é, parece que temos um concorrente do laboratório Gilbert de energia atômica. No final das contas, o fabricante teve que fazer um recall e acabou falindo. Mas calma, por sorte esse kit não chegou ao Brasil.


Aquapets - um brinquedo muito famoso no Brasil e lembro de ver várias versões e vários personagens. O brinquedo em si não tem nada de perigoso, mas seu design certamente é de caráter duvidoso. Ninguém sabe se os designers não perceberam ou se foi proposital, mas muita gente não quis comprar. Olhe bem a foto, te lembra algo? Um certo órgão do corpo humano masculino, por exemplo? Por fim os brinquedos acabaram ganhando um novo design depois da polêmica.

Antes
Depois

Aqua Dots - inicialmente parecia um brinquedo inofensivo, cujo único propósito era criar uma figura com bolinhas de plástico e que depois eram unidas (ou grudadas mesmo) com umas borrifadas de água. o problema é que descobriram que as bolinhas que vinham de uma fábrica chinesa eram cobertas por uma substância química chamada GHB (ácido gama-hidroxibutírico) que nada mais era do que um poderoso sedativo conhecido como "droga do estupro" ou "Boa noite Cinderela". No Brasil é totalmente proibido, só pra constar. Se engolidas, as bolinhas podiam soltar essa substância no corpo das crianças e intoxicá-las, algumas até chegaram a entrar num estado de coma temporário. A verdade é que a fábrica chinesa usou o GHB ao invés da cola com a fórmula aprovada e não-tóxica sabe-se lá por que. Em 2007 o INMETRO mandou recolher todos os produtos do Brasil, assim como outras autoridades fizeram em diversos países pelo mundo. As autoridades chinesas dizem ter fechado as fábricas e a Mattel se desculpou publicamente.


Escorregador inflável do Titanic - o brinquedo não era perigoso, mas foi considerado uma afronta às mortes dos milhares de pessoas que morreram na maior tragédia naval da história. Mas afinal, quem achou que um navio afundando seria uma boa imagem de diversão? De qualquer forma ainda é vendido e alugado por aí.


Barbie Pole Dance - hoje o pole dance está começando a ser visto quase como um esporte, mas todos nós sabemos bem a forma tradicional dessa prática. O caso é que na época em que essa Barbie foi lançada houve uma enorme repercussão negativa e o brinquedo teve que sofrer um recall. Por sorte só foi lançada no Reino Unido. Bem, isso não impediu outras marcas de fazerem suas próprias versões.


A varinha do mal - "The evil stick" ficou famoso recentemente. Nada mais é do que uma varinha de condão bonitinha, porém é só apertar o botão pra ouvir uma risada sinistra e perceber que tem algo de muito errado nesse brinquedo. Uma mãe percebeu que algo piscava debaixo do adesivo espelhado e resolveu removê-lo. Eis que ali surgiu uma montagem de uma garota com uma cara demoníaca e que aparentemente tentava se suicidar cortando os pulsos com uma faca. Embora a mãe tentasse inibir a venda, o comerciante que a vendeu afirma que ela comprou porque quis, ou seja, ela viu que estava escrito na embalagem "varinha do mal" e mesmo assim comprou, então não tem do que reclamar. O FBI investiga casos como este e afirma que muitos brinquedos que vem da China tem frases como "A verdade à luz". Não se sabe ainda o que quer dizer, mas há uma forte suspeita de que seja uma seita. De qualquer forma, é sempre bom você ler as embalagens dos brinquedos antes de comprá-los.


The breast milk baby - essa boneca literalmente mama no peito da sua filha. É só a criança vestir uma espécie de sutiã, deitar a boneca e aproximar que ela começa a fazer uns barulhos e movimentos de como se estivesse sugando algo. Acabou tendo que ser retirada das prateleiras.


Travesseiro do Super-Homem - o travesseiro se tornou controverso por causa do formato bizarro da boca do pobre Super-Homem que mais parecia de uma boneca inflável erótica. Depois de tantas reclamações, o fabricante fez um recall e trocou por uma face completamente nova e de boca fechada.


Pistola do Batman - outro brinquedo que não é perigoso, mas tem um design totalmente errado. Você enche a arma de água pelo traseiro dele e o gatilho fica, bem, é só olhar a imagem!


Kabba Kick - esse brinquedo asiático é uma arma com uma bala de espuma e que serve pra brincar de roleta russa. O problema é que não seria muito legal ensinar essa prática pro seu filho, mesmo que a bala não machuque.


Barra de pole dance para crianças - já não bastasse lançarem a boneca, ainda lançam uma barra para que crianças pudessem praticar o pole dance. O kit ainda incluía notas de dinheiro falsas e um vídeo-tutorial. Outra coisa que incomodou muita gente também é que a embalagem vinha com uma figura bastante controversa para um produto infantil.


Lego concentration camp - a Lego lançou em 1996 o campo de concentração, um brinquedo certamente horrível e que continha uma quantidade enorme de esqueletos e guardas armados. Na verdade não foi lançado ao público, era mais uma remontagem de como era Auschwitz e eles afirmam que não passa de uma "obra de arte". Por que Lego, por que?


Poopy time fun shapes - como explicar essa coisa? Nada mais eram do que forminhas que a criança colocava no traseiro e depois fazia sua arte "sólida" no banheiro. Tinha formato de coração, estrela, enfim...PÉSSIMA IDEIA!


Poo-dough - vinha massinha, formas e sim, é da Play-Doh. O objetivo? Fazer cocô de mentira e você ainda recebia uns milhos de massinha pra botar no meio e deixar a coisa ainda mais real. Por ironia do destino foi um dos brinquedos mais vendidos do mundo.


A boneca que pode ser depilada - a ideia de ver uma boneca cheia de pelos nas pernas, na prexeca, no traseiro e nas axilas é algo perturbador. Por sorte ficou só lá no Japão mesmo.


E.T. finger light - lembra do E.T. do filme? Então, esse é o dedo dele que brilha, mas na verdade parece mais outra coisa. É, de novo erro de design.


Nimbus 2000 - a vassoura do bruxo mais famoso de todos os tempos acabou sofrendo recall por um único motivo: ela vibrava. Ninguém entendeu qual a razão de uma vassoura vibrar, principalmente porque a criança a coloca entre as pernas. Quem comprou afirmou que a vassourinha passa longe das pilhas.


Caneta vibratória do Baton - quem lembra dessa pérola? A Garoto me lança uma caneta que vinha no ovo de páscoa do Baton e que, por algum motivo que só Deus sabe, vibrava. É, parecia mais um brinquedo erótico do que uma simples caneta. A ponta também gerou indignação, já que ela parecia perigosa para crianças pequenas (que possivelmente eram o público-alvo da Garoto). Mas afinal, quem teve a ideia de botar um vibrador numa coisa que deve ser estável como uma caneta?


Boneco do Fofão - foi um grande sucesso no Brasil e tudo ficaria bem se a criança não desmontasse o boneco porque grudada à sua cabeça tinha uma espécie de estaca. Houve muita polêmica e especulação, mas no final das contas era óbvio que a estaca era só uma espécie de estrutura pra dar mais estabilidade ao boneco, o que não deixou ele menos perigoso e bizarro.



Ficou ainda mais curioso? Então veja o que já publicamos de curioso aqui!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...